75º aniversário da Vitória sobre o nazi-fascismo

Pela liberdade, a paz e a verdade

Não ao fascismo e à guerra

 

No dia 2 de Maio de 1945, o Exército Soviético tomou o Reichstag, em Berlim. Poucos dias depois, a 8 de Maio, a Alemanha nazi assinava a sua rendição incondicional. No dia seguinte, 9 de Maio, milhões de pessoas comemoraram o dia que passou à História como o dia da Vitória.

A 6 e 9 de Agosto de 1945, os EUA lançavam o horror atómico sobre Hiroxima e Nagasáqui, cidades de um Japão já derrotado. No dia 2 de Setembro o militarismo japonês capitulava.

Para trás ficava a maior tragédia humana que a História conheceu. Cerca de 75 milhões de pessoas morreram na Segunda Guerra Mundial. Auschwitz e os muitos outros campos de concentração e extermínio nazis figuram entre os mais hediondos crimes do nazi-fascismo.

Mas a História da Segunda Guerra Mundial é também e sobretudo a da heróica resistência e luta contra o fascismo e a guerra.

O Mundo vive um momento de grande complexidade a nível internacional, um momento em que se avolumam os perigos para os trabalhadores e para os povos, por via de uma poderosa ofensiva imperialista. Ofensiva que se está a traduzir num grande retrocesso civilizacional e numa instabilidade, insegurança e conflitualidade permanentes no plano internacional.

 Moção pela Venezuela apresentada e aprovada por unanimidade, na Assembleia Geral Electiva de 3 de Março de 2018 

A vitória eleitoral de Hugo Chavez Frias a 6 de Dezembro de 1998, colocaria a Venezuela num rumo divergente ao de até então, imprimindo políticas de profunda transformação social e económica que teriam um impacto significativo, não apenas no país como em toda a região continental e caribenha.

A chamada Revolução Bolivariana, romperia com as políticas de direita e de pobreza e com a opressão ao povo venezuelano. Entre 1999 e 2016, o desemprego caiu na Venezuela mais de dez pontos percentuais, alcançando, no final de 2015, taxas de desemprego mais baixas do que na União Europeia ou no Canadá.

Moção contra o Bloqueio a Cuba apresentada e aprovada por unanimidade, na Assembleia Geral Electiva de 3 de Março de 2018

 

Considerando que o Bloqueio a Cuba dura há 58 anos, apesar das sucessivas condenações do mesmo na Assembleia Geral da ONU , constitui uma violação dos direitos humanos e, pela sua natureza extraterritorial, limita a soberania de Estados terceiros, afectando mesmo interesses económicos de empresas nacionais;

Considerando que, apenas no período entre Abril de 2016 e Junho de 2017 se estima em 4 305 milhões de dólares o prejuízo causado pelo bloqueio, com efeitos nocivos na alimentação, agricultura ,saúde, educação e turismo;