A ofensiva de direita na América Latina e no Caribe coloca a região diante da premissa exposta por José Martí de «plano contra plano»

Yisell Rodríguez Milán | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

As forças de esquerda mobilizam-se na América Latina e no Caribe para enfrentar a ofensiva de direita que, motivada e apoiada financeiramente pelos Estados Unidos, pôs em xeque a região por meio de estratégias centradas na desestabilização política e no descrédito dos governos progressistas que estão ou estiveram no poder.

Políticos, intelectuais e representantes dos movimentos sociais avaliam a mudança desfavorável na correlação de forças que se manifestou nos últimos anos e traçam planos de acção, vindo a constituir um sinal de vitalidade o triunfo do candidato progressista Andrés Manuel López Obrador, no México.

«A tempestade chegou e fechou a janela aberta no final dos anos 90. (...) A pergunta que se coloca agora, especialmente para a esquerda brasileira, é como abrir a janela novamente», escreve Valter Pomar, membro do Partido dos Trabalhadores do Brasil e professor das Relações Internacionais, da Universidade Federal do ABC, no seu ensaio ‘Como abrir a janela novamente’.

Parece que a morte se apropria da Colômbia e se recusa a abandonar. Quantas pessoas mais terão que morrer para satisfazer o Moloch da cobiça, da privatização e da ambição?

Raúl Antonio Capote | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

A onda de crimes contra líderes sociais na Colômbia continua a crescer exponencialmente. Foto: HACEMOSMEMORIA.ORG

 

A visita recentemente feita por James Mattis, secretário da Defesa dos Estados Unidos ao Brasil, Argentina, Chile e a Colômbia deixou muito que falar na região.

 Autor: Bertha Mojena Milián | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

A visita recentemente feita por James Mattis, secretário da Defesa dos Estados Unidos ao Brasil, Argentina, Chile e a Colômbia deixou muito que falar na região e, na medida em que os dias se passaram, foram feitas várias análises sobre os resultados desta viagem e os eventos subsequentes — aparentemente isolados — transformam-se num alerta para a área.

Com a frustrada tentativa de assassinato contra seu presidente, Nicolás Maduro, o povo continua a defender as conquistas alcançadas durante este período de transformações sociais.

Granma | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Milhares de venezuelanos mobilizaram-se em repúdio ao ataque contra o presidente Maduro.

O boicote contra a Venezuela de aquisição de produtos alimentares e medicamentos é um crime que lesa a humanidade.

O congelamento ilegal de contas bancárias da Venezuela, por parte do imperialismo dos EUA e seus acólitos da EU, impede a chegada de mercadorias e medicamentos em tempo oportuno.

O Governo Bolivariano tem desenvolvido medidas alternativas, o que encarece as importações de forma significativa.