O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, participou do balanço anual do Minrex

Autor: Yaima Puig Meneses | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Foto: Estudios Revolución

O presidente cubano exortou no encontro a defender o legado deixado, no âmbito das relações exteriores, pelo Comandante-em-chefe da Revolução Cubana Fidel Castro Ruz e o que isso significa, com o compromisso de desenvolver uma política exterior independente, anti-imperialista e contra a hegemonia.

O governo revolucionário condena veementemente a sabotagem ao fornecimento de electricidade na Venezuela, que constitui um acto terrorista, destinado a prejudicar a população indefesa de uma nação inteira, que é usada como refém na guerra não convencional desencadeada pelos Estados Unidos contra o governo legítimo, presidido pelo companheiro Nicolás Maduro Moros e a união cívico-militar do povo bolivariano e chavista.

Autor: Redação Digital | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Foto: misionverdad.com

O governo revolucionário condena veementemente a sabotagem ao fornecimento de electricidade na Venezuela, que constitui um acto terrorista, destinado a prejudicar a população indefesa de uma nação inteira, que é usada como refém na guerra não convencional desencadeada pelos Estados Unidos contra o governo legítimo, presidido pelo companheiro Nicolás Maduro Moros e a união cívico-militar do povo bolivariano e chavista.

Desde o início da colaboração médica cubana na Venezuela, mais de 140.000 trabalhadores de saúde trabalharam aqui, um número de grande peso, no total de 220.000 filhos de Fidel que, a partir de várias missões e áreas de cooperação, passaram de mão em mão por estas terras a bandeira do internacionalismo

Autor: Redação Nacional | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

 Foto: Enrique Milanés León

 

O Hospital Geral Hugo Chávez Frías foi inaugurado pelo presidente Nicolás Maduro em 27 de Abril de 2018. 

Cerca de 155 médicos venezuelanos devem culminar em 2020 sua formação como especialistas em Cuba, uma garantia para o país considerando os pontos fortes do ensino médico cubano: «A sua experiência nas missões, a sua experiência na Revolução, num sistema diferente de equidade e igualdade, não mercantilista, mas social», disse Yanet Torrealba Cordero, vice-directora da Directoria Geral de Pesquisa e Educação, do Ministério do Poder Popular para a Saúde da Venezuela.

Imagem de satélite

Um hospital de campanha com todo o seu pessoal e equipamento imprescindível viajou ontem, dia 26, para Moçambique para contribuir a minimizar o impacto do devastador ciclone Idai, anunciou na passada segunda-feira a vice-chanceler de Cuba, Anayansi Rodríguez Camejo.

A nova brigada médica juntar-se-á aos 372 colaboradores de Cuba que prestam serviço no país africano, dos quais 36 cooperam desde o primeiro momento em que o fenómeno hidro-meteorológico atingiu o terreno a 14 de Março passado, comentou a vice titular do Ministério de Relações Exteriores (MINREX).

A história é repleta de reis, presidentes e governadores auto-proclamados, que foram protagonistas de alguma anedota hilariante, de alguma piada de sobremesa

“É o mesmo roteiro da Líbia, o mesmo que eles tentaram desenvolver contra Cuba. O retorno de Guaidó é um acto de provocação. O novo fantoche imperial cumpre uma ordem dos EUA: provocar as autoridades venezuelanas a ordenar a sua prisão. A sua própria integridade física está em jogo, «as autoridades venezuelanas, incluindo o presidente da Assembleia Nacional Constituinte, Diosdado Cabello, alertaram que a vida de Guaidó está em perigo, como um mensageiro nas mãos de seus senhores, que poderiam sacrificá-lo, por considerá-lo mais útil morto do que vivo».”

Autor: Raúl Antonio Capote | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

  

Foto: Sputnik News

 

A figura da presidência interina de Juan Guaidó surgiu numa reunião na sede da Organização dos Estados Americanos (OEA).