A solidariedade cubana em matéria de saúde tem quase a mesma idade da Revolução, porque é revolucionária, justamente, a premissa que sustenta a posição do arquipélago: a saúde dos povos é fundamental para o desenvolvimento, e depende da mais ampla vontade política e cooperação entre estados

FotoJosé Manuel Correa

 

Ao chegar ao solo mexicano, a taxa de mortalidade no hospital onde se encontravam era de 30 mortes diárias, e que, ao final da missão, conseguiram reduzi-la a zero mortes. 

 

O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, através de uma mensagem virtual deu as boas-vindas à pátria aos 160 colaboradores da brigada médica cubana do Contingente Henry Reeve que colaboraram no México no enfrentamento à pandemia da Covid-19.

Em cumprimento deste princípio, o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, respondeu ao seu homólogo mexicano, Andrés Manuel López Obrador, o seu gesto de agradecimento pela contribuição dos médicos cubanos na luta contra a Covid-19 na nação asteca.

«O México é especialmente cativante para os cubanos e parte de Nossa América. É uma honra e prazer atendê-lo. Conte sempre com Cuba», escreveu Díaz-Canel na sua conta no Twitter.

Na conferência matinal da quinta-feira, 8 de Abril, o presidente mexicano destacou o trabalho realizado por médicos e profissionais de enfermagem da Ilha maior das Antilhas, que chegaram a seu país em Dezembro, durante o segundo surto do vírus SARS-COV-2. Ressaltou que, graças ao trabalho deles, um moderno hospital com 300 leitos se manteve em funcionamento de forma plena.

Ao mesmo tempo, no arco antilhano do Caribe, e devido ao valor dos médicos cubanos, transpareceu que as autoridades de Barbados solicitaram aos 115 membros da brigada Henry Reeve que trabalham naquele território há um ano, estender sua estada por seis meses.

Cuba não apenas oferece sua ajuda na assistência directa à saúde; além disso, desde 1960, contribuiu para a formação de 37.267 profissionais da área, em 147 países.

Milagros Pichardo

Granma

Abril, 2021