Com uma flor branca na mão, denominada cala flor, que floresce na Sierra Maestra, o Presidente dos Conselhos de Estado e Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, rendeu homenagem a Fidel Castro no monolito que detém toda a glória do mundo.

De frente para a pedra, Diaz-Canel saudou o líder da revolução como faz um soldado perante o seu invencível Comandante em Chefe. 

No cemitério património Santa Ifigenia ouve-se apenas o silêncio. Do edifício administrativo saem jovens soldados, rapazes e raparigas marchando impecavelmente.

Cruzam o Altar da Patria e a batuta da Guarda de Honra ecoa simultaneamente nos locais sagrados onde repousam Fidel, Martí, Céspedes e Mariana Grajales.

Houve-se o toque da corneta, com as notas do Hino que mobilizou em Santiago, para o combate há quase 65 anos. 

No final da cerimónia, sob o sol escaldante de Santiago, o Presidente cubano rende homenagem ao Comandante em Chefe, em frente à rocha extraída de um local próximo à Gran Piedra, que guarda a urna de cedro com as cinzas de Fidel.

Cada detalhe nesse sitio solene tem um significado. Por isso, a poucos metros se lê em letras douradas o conceito da Revolução, emitido por Fidel no ano 2000, um mandato para todo o sempre.

Fonte - Cubadebate