Cuba defendeu na sede da ONU, em Genebra, a importância da abordagem de diálogo e cooperação para promover de forma igualitária o cumprimento dos Direitos Humanos em todo o mundo.

Isto foi afirmado pelo Embaixador de Havana, Pedro Luis Pedroso, quando falou na 38ª sessão ordinária do Conselho de Direitos Humanos, onde defendeu que os princípios de imparcialidade e objetividade prevalecem no desempenho do mandato do Alto Comissário, como estabelecidos nos regulamentos da Assembléia Geral. 
 
Segundo o representante diplomático, o Alto Comissário para os Direitos Humanos deve desempenhar as suas funções com estrito cumprimento dos mandatos atribuídos pelos Estados membros, inclusive realizar avaliações sobre a situação dos direitos humanos. 
 
"O respeito à soberania, independência e integridade territorial, o direito à autodeterminação dos povos e a resolução de conflitos por meio de canais diplomáticos, devem ser uma prioridade", disse.
Pedro Luis Pedroso pediu maiores esforços para evitar seletividade, duplos padrões e politização.
 
O embaixador afirmou que "alguns países devem  preparar-se para enfrentar as constantes violações dos direitos humanos em relação a migrantes e refugiados e contrariarem o aumento do discurso de ódio, do racismo e da xenofobia, especialmente entre políticos, autoridades e figuras públias". 
 
Rejeitou o uso de "mecanismos de direitos humanos" para contribuir com a política de hostilidade contra a Venezuela. 
 
"Reiteramos a nossa solidariedade com a Venezuela, com a Revolução Bolivariana e Chávez, com a união cívico-militar de seu povo e com o presidente Nicolás Maduro Moros ", afirmou. 
 
Luis Pedroso reivindicou o respeito pelo direito do povo nicaraguense de viver sem violência e rejeitou a interferência nos assuntos internos da nação centro-americana. 
 
Fonte - Prensa Latina