Os Estados Unidos anunciaram, a 9 de julho, restrições de visto para 28 funcionários cubanos, devido à política de sanções contra a ilha.

 

O povo cubano derrotará sempre a agressão do império, responde Diaz-Canel às novas restrições dos EUA.

Este sábado, 9 de julho, através de uma declaração assinada pelo Secretário de Estado, Antony Blinken, apurou-se que de acordo com a Proclamação Presidencial 5377, aplicam-se estas restrições de visto, o que significa que está suspensa a entrada de estrangeiros.

O documento observa que a decisão envolve "membros de alto escalão do Partido Comunista de Cuba, responsáveis ​​pelo estabelecimento de políticas nos níveis nacional e regional" e "vários funcionários que trabalham nos setores dos meios de comunicação e telecomunicações públicas". Os seus nomes, até o momento, não foram publicados.

Blinken argumenta que a medida é tomada "em resposta às ações de funcionários do governo cubano, que limitam o gozo dos direitos humanos e liberdades fundamentais dos cubanos". Acrescenta que "esses 28 funcionários, incluem funcionários que estão implicados na repressão dos protestos pacíficos de 11 de julho de 2021". 

O ministro cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, acredita, no entanto, que diante do fracasso da tentativa de provocar uma revolta popular em Cuba em 2021, o governo dos EUA e seu secretário de Estado procuram agora desacreditar o vitória popular contra a agressão imperialista.