O primeiro-ministro Manuel Marrero Cruz chefiou reunião de balanço de trabalho em 2021 do Instituto Nacional de Ordenamento do Território e Urbanismo

Foto: Estudios Revolución

 

O confronto com as ilegalidades urbanas tem de ser assumido como um sistema em que todos os factores interagem, porque pôr ordem e disciplina nesta matéria e no ordenamento do território é tarefa de todos, disse o membro do Bureau Político do Partido e primeiro-ministro, Manuel Marrero Cruz.

Este foi um dos pontos mais debatidos da assembleia de balanço de trabalho do ano de 2021 no novo Instituto Nacional de Ordenamento do Território e Urbanismo (Inotu), substituto do antigo Instituto de Planeamento Físico (IPF), e no qual participou a primeiro vice-ministra Inês Maria Chapman Waugh.

O chefe do Governo da República pronunciou-se por actuar com energia (ainda que com a sensibilidade que cada caso exige) face a estas ilegalidades, e eliminá-las de imediato, porque a sua permanência no tempo torna mais complexa a sua erradicação.

Marrero Cruz criticou que, em situações como essas, apenas os infractores são punidos e não aqueles que permitiram; como, por exemplo, entidades estatais que permitem a ocupação de instalações sob sua propriedade, sem fazer nada e esperando que outros façam cumprir a lei.

Num outro momento da sua análise, o primeiro-ministro apelou à formação contínua dos quadros, especialistas e demais trabalhadores do sistema de Ordenamento do Território e Urbanismo, e a uma grande sensibilidade e diligência para com os cidadãos, porque este Instituto, explicou, é intimamente ligado à questão habitacional, um dos problemas que mais atingem a população.

Fonte: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Março, 2022