Um site de estatísticas da Universidade de Oxford mantém Cuba no segundo lugar do pódio para imunização, atrás apenas dos Emirados Árabes Unidos.

 

 

Com a conclusão do esquema de vacinação contra COVID-19 para 9.673.087 cidadãos, que representam 86,5% de sua população, Cuba continua sendo o segundo melhor país do mundo nesse indicador.

Segundo dados do Ministério da Saúde Pública encerrados no dia 2 de janeiro, informados pela Prensa Latina, o país administrou 30.891.212 doses das vacinas cubanas Soberana 02, Soberana plus e Abdala.

Até à data, 10.449.308 pessoas receberam pelo menos uma injeção de um desses produtos. O benefício inclui os convalescentes da doença, que recebem uma dose do Soberana Plus.

Desses quase dez milhões e meio de cidadãos, 9.305.955 receberam a segunda administração da fórmula, enquanto 8.945.419 cubanos beneficiaram das três.

Além disso, 2.190.530 pessoas receberam doses de reforço, 140.145 delas no âmbito do estudo clínico realizado e outras 2.050.385 na vacinação de reforço aplicada em territórios selecionados e grupos de risco.

Segundo dados deste dia do site de estatísticas da Universidade de Oxford, Our World in Data, Cuba ocupa o segundo lugar, tanto nos dígitos relativos à imunização completa como parcial, apenas superada pelos Emirados Árabes Unidos e seguida por Portugal.

Dados desse site indicam que 58,5 por cento da população mundial recebeu pelo menos uma injecção da vacina COVID-19. 9,25 bilhões de doses foram administradas em todo o mundo.

Os contrastes são dolorosos: apenas 8,5% das pessoas em países de baixa renda receberam a primeira administração.

Enquanto isso, o site do multicanal alemão DW refere que os Estados Unidos acabam de registrar um novo recorde mundial negativo na matéria: mais de um milhão de contágios de COVID-19 em um dia.

A grande potência norte-americana certificou 1.082.549 novos infectados nesta segunda-feira, número que nenhum país do mundo havia informado, em 24 horas. No mesmo período, aquela nação lamentou a morte de 1.688 de seus filhos com a doença.

Fonte: Juventude Rebelde

Janeiro, 2022