Cuba está perante um envelhecimento demográfico sem precedentes; uma transição muito avançada que determina uma transição epidemiológica ou sanitária, com seus impactos sociais, económicos e sanitários, entre outros efeitos  

Os factores que estão a ter influência são a taxa de natalidade, a mortalidade (o país vai acumular dois anos de diminuição natural: os nascimentos são menos que as mortes) e a migração.

«O envelhecimento em Cuba é uma conquista», salientou o presidente da República, concordando com um dos académicos; «é um resultado do que a Revolução fez em todas as áreas, começando pela saúde, apesar de ser um país pobre e bloqueado. Os avós são a história de cada família cubana, e o objectivo é que cada pessoa idosa alcance esta etapa e a gaste com qualidade de vida»

A complexidade da dinâmica demográfica tem sido analisada nas últimas duas décadas pela liderança do país e inclui políticas e legislação, mas ainda há muito a ser feito e estabelecido.

foto: Estudios Revolución

 

A análise: Atenção à dinâmica do envelhecimento da população, apresentada pelo doutor em Ciências Juan de Jesús Llibre Rodríguez, director do Centro de Estudos do Alzheimer, foi a porta de entrada para o debate, na qual lembrou que Cuba enfrenta um envelhecimento demográfico sem precedentes; uma transição muito avançada que determina uma transição epidemiológica ou de saúde, com seus impactos sociais, económicos e sanitários, entre outros.

A população cubana está a envelhecer e diminuindo, mas explicou que o baixo nível de reposição vem ocorrendo desde os anos 20 e 30 do século passado; é um processo acumulativo. «Entretanto, com a Revolução, a mortalidade foi drasticamente reduzida e a expectativa de vida aumentou consideravelmente».

Alfonso Fraga salientou entretanto, que o envelhecimento de um ser humano, de um homem ou mulher cubana, é o triunfo da vida sobre a morte, e nisso Cuba é um exemplo mundial.

Fonte: granma

Dezembro, 2021