O diretor do Instituto de Medicina Legal de Cuba , Sergio Rabell , destacou a visita à ilha de membros da Academia Norte-Americana de Ciências Forenses, durante a qual compartilharam experiências com colegas nacionais.

Há 25 anos esta Academia tenta manter relações com Cuba o que só foi possível a partir de 2015, explicou Rabell.

Esta presença na maior Ilha das Antilhas não está relacionada com desastre aéreo de 18 de Maio, mas para compartilhar critérios com colegas cubanos no contexto dos 70 anos da fundação da sociedade e 60 anos do Instituto de Medicina Legal, acrescentou.

Ao chegarem à ilha, depararam-se com as investigações sobre o desastre aéreo e ofereceram apoio aos especialistas cubanos; "Até a sua presidente, Susan Ballou, nos disse que estava disposta a colocar luvas para trabalhar no caso, se necessário".

Durante a visita, os membros da Academia Norte-Americana, cumpriram uma vasta agenda que incluiu visitas ao Instituto de Medicina Legal e ao Hospital Psiquiátrico de Havana, onde foi explicado o trabalho da psiquiatria forense.

Os especialistas cubanos apresentaram detalhes das investigações sobre o suposto ataque sónico contra diplomatas norte-americanos , um pretexto usado por Washington para aumentar a hostilidade contra Cuba.

Os especialistas cubanos, acrescentou Rabell, responderam a várias perguntas e deixaram claro mais uma vez que tais ataques não ocorreram.

Segundo o diretor do Instituto de Medicina Legal os visitantes saíram atónitos, pois antes da viagem não imaginavam que a ilha tivesse alcançado tanto desenvolvimento nas ciências forenses.

Também lamentaram que a oportunidade de compartilhar experiências tivesse sido perdida por décadas.

 

Fonte - Cubadebate