A  INVASÃO DA BAÍA DOS PORCOS 17 de Abril de 1961

Em 16 de Março de 1960 o presidente Eisenhower aprovou, o que considerou a melhor proposta para acabar com a Revolução Cubana, o “Programa de Ação encoberta Contra o Regime de Castro” que incluía operações de inteligência, bloqueio económico, isolamento internacional, planos terroristas, subversão, propaganda e, finalmente, agressão direta.

Os principais objetivos baseavam-se: na criação de “uma oposição cubana, responsável atrativa e unificada ao regime de Castro”, estabelecendo no exterior um suposto Conselho da oposição e que, ainda, criaria uma organização secreta de inteligência e ação dentro de Cuba, a qual daria uma cobertura para as operações controladas pela CIA com a finalidade de estabelecer capacidades de infiltração  de agentes, assim como o envio de armas e explosivos.

 

PRELUDIO DE UMA INVASÃO E TAMBÉM DA VITÓRIA

 

Imagens do ataque aéreo

 

Nas primeiras horas do dia 15 de Abril de 1961, sábado, aviões inimigos camuflados com as insígnias das FAR (Forças Armadas Revolucionárias ) atacaram as bases aéreas da cidade Liberdade, Santo António de Los Baños e o aeroporto de Santiago de Cuba, ataques que tinham como objectivo destruir a nascente aviação cubana e abrir caminho para a próxima agressão: Invasão de Plaia Giron (Baia dos Porcos).

As oito aeronaves assassinas foram repelidas, uma delas foi derrubada caindo no mar.

No funeral das vitimas dos criminosos ataques, o Comandante em Chefe Fidel Castro, proclamou o caracter socialista da Revolução Cubana referindo que os ataques mais não eram do que a consequência dos planos de agressão dos EUA.