O nosso povo conscientizou-se nos últimos dias e vem agindo de maneira diferente. No entanto, ressaltou o presidente, neste final de semana, ainda havia pessoas nas ruas, filas sem manter a distância necessária e vendas em massa de produtos nas lojas

Autor: Leticia Martínez Hernández | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Março, 2020

Foto: Estúdio Revolución

 

O presidente reiterou a atenção diferenciada que devem receber os idosos que estão nos lares e casas dos avós e os que moram sozinhos 

 

O presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, exigiu na segunda-feira, 23 de Março, que todos os cubanos tenham maior responsabilidade no confronto com o Covid-19 — que já contabiliza 40 casos confirmados na ilha — e que requer «do comprometimento das instituições, da família e dos cidadãos em geral».

Numa troca por videoconferência com as mais altas autoridades das províncias e do município especial Isla de la Juventud, o presidente explicou que o país não está numa bolha, «o novo coronavírus está vir na nossa direção e está a fazer isso numa velocidade exponencial». Por esse motivo, acrescentou, «a primeira coisa a conseguir é que as pessoas tenham uma percepção desse risco, para que ajam com responsabilidade».

Um grupo amplo de novas medidas para proteger o povo, e na trilha do Plano de Prevenção e Controle para o confronto ao Covid-19, mostraram a preparação e a profundidade de análise em cada uma das decisões a favor da vida dos cubanos

Autor: Granma | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Março, 2020

Foto: Estudio Revolución

 

Temos a nosso favor um sistema de saúde pública (...), um Partido e um Governo, que coloca os cubanos no centro de suas atenções. 

 

1- Todos os residentes cubanos que retornem ao país cumprirão isolamento por 14 dias, em centros habilitados.

2- É preciso dar muita informação ao viajante que esteja chegar a Cuba, desinfetar aviões, locais e bagagens. Os viajantes serão levados diretamente para centros de isolamento, em autocarros selecionados e controlados pela Polícia.

3- Não serão permitidas as concentrações de familiares nos aeroportos.

4- Os passageiros que retornem a Cuba só poderão trazer uma mala de mão e outra mala, a fim de tornar mais rápidas as operações nos aeroportos e nos locais de isolamento.

5- Será regulada a saída do país dos cubanos, com o propósito de cuidar da sua saúde e a das suas famílias. Somente serão autorizadas por causas humanitárias ou outras razões de peso maior.

6- Os turistas que ainda permanecem nos hotéis também estão em quarentena e é proibida a saída dessas instalações. Ainda, serão transferidos para os centros turísticos os visitantes que permanecem em casas de aluguer.

7- Suspendem-se as excursões a cidades, locais históricos, culturais e de natureza, bem como o aluguer de automóveis de turismo.

Cuba toma as medidas segundo o que previu com antecedência no Plano de Prevenção e Controle, que conta com um sistema saúde que demonstrou eficiência e com a participação e responsabilidade de todas as esferas da sociedade, na qual o povo é destinatário é actor principal

Autor: Granma | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Março, 2020

O jornal Granma disponibiliza aos seus leitores as forças quantitativas de um sistema de saúde pública gratuito, criado pela Revolução, que sempre teve a vida no centro de sua defesa. Também se lembra de várias das medidas anunciadas pelo presidente da República, Miguel Díaz-Canel, como parte da intensificação do Plano de Prevenção e Controle contra o Covid-19 em Cuba.

Entre as estabelecidas está o regulamento de entrada através das fronteiras do país, com autorização apenas para a entrada de residentes em Cuba, embora haja flexibilidade para garantir a cooperação com outros países.

O presidente da República afirmou que «assim garantimos a entrada de cubanos que estão no exterior, o retorno aos seus países de visitantes estrangeiros que estão no território nacional e a actividade comercial. Que os cidadãos residentes, quando chegarem, estejam em quarentena por 14 dias, para cuidar da família cubana», disse.

Em meio da ameaça do novo coronavírus, a decisão de nosso governo foi manter a colaboração médica e, naqueles países onde existem internacionalistas cubanos, torná-los um bastião avançado para enfrentar a pandemia e contribuir com os planos de medidas ditados por seus governos

Autor: Leydis María Labrador Herrera | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Março, 2020

Médicos cubanos chegam à Itália para combater o Covid-19. Foto: RT Foto: Internet

 

Actualmente, a #CubaSalva tornou-se uma marca popular nas redes sociais e é usada até em gírias populares, além da Internet, para se referir à posição da nossa Ilha no meio da complexa situação do mundo, face á explosão da pandemia de Covid-19.

Este não é o resultado do acaso, mas a mais palpável das verdades, uma vez que mais de 400.000 filhos desta terra enviaram uma mensagem de esperança ao mundo, através da nobre tarefa de salvar vidas. Durante 56 anos, 164 nações podem testemunhar o que tem sido um feito de solidariedade, considerando que é uma Ilha que luta constantemente contra a asfixia económica de um bloqueio arbitrário e genocida.

A vice-presidente da República Bolivariana da Venezuela, Delcy Rodríguez, descreveu os médicos cubanos como «expressão da humanidade, de profundo amor ao ser humano» e reconheceu a sua presença nos lugares mais intrincados da vasta geografia da nação sul-americana

Autor: Jorge Pérez Cruz, especial para o Granma | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Fevereiro, 2020

 

A vice-presidente da República Bolivariana da Venezuela, Delcy Rodríguez, denunciou a perseguição a que os médicos cubanos estão sujeitos, porque tentaram tratá-los com as suas manipulações como objectivos geopolíticos do capitalismo e do fascismo, enfatizou em reunião com representantes das missões sociais da Ilha na pátria de Bolívar.

Nesse sentido, lembrou o que o fascismo fez no Brasil e na Bolívia e o que a decisão de boicotar a colaboração de Cuba nessa área sensível significou para esses povos.

Delcy Rodríguez disse aos cooperadores que é realmente uma honra poder contar com vocês aqui, abrir as portas para mais médicos cubanos, como pediu o presidente Nicolás Maduro, e que todos aqueles que desistiram do fascismo da Bolívia e do Brasil podem alcançar às nossas terras, à terra de Bolívar e Chávez com seu amor por proporcionar saúde ao nosso povo.