“Nós temos a consciência da dimensão da perda para o movimento revolucionário. E, no entanto, é precisamente aí que reside o lado fraco do inimigo imperialista: acreditar que liquidando o homem físico, se liquida o seu pensamento; acreditar que junto com o homem físico, se liquidam as suas ideias; acreditar que junto com o homem físico, se liquidam as suas virtudes; acreditar que junto com o homem físico, se liquida o seu exemplo. (...)”

Fidel Castro

 

A Associação de Amizade Portugal Cuba, presta a sua homenagem ao Revolucionário exemplar que dedicou a sua vida à luta pela Liberdade e Democracia, na defesa da soberania dos povos, na defesa dos mais fracos e oprimidos, demonstrando pela sua atitude e exemplo que é possível outra sociedade, que existem alternativas ao capitalismo.

Che Guevara e muitos outros seus companheiros da Revolução deixaram-nos o exemplo do que deve ser a atitude de um verdadeiro Revolucionário.

As grandes vitórias alcançam-se na luta diária, com a forte convicção de que o caminho traçado é o que melhor serve o Povo, independentemente dos desaires ocorridos no percurso dessa luta.

A não ser assim, Cuba não teria resistido a 60 anos de um Bloqueio criminoso movido pelo Imperialismo.

Liquidaram o Revolucionário, não liquidaram as suas ideias!

  

Outubro, 2020

 

Ver link-Poema de Fidel a Che Guevara

 

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/o-poema-de-che-guevara-fidel-castro.phtml

Com a eleição de Hugo Chavez como Presidente da Venezuela e a aprovação, em referendo, a nova Constituição da República Bolivariana da Venezuela consagra importantes direitos políticos, económicos e sociais.

Desde então, grandes conquistas são concretizadas de que se destacam: a irradicação do analfabetismo, cerca de 2 milhões de venezolanos (com o apoio do método cubano); a construção de 3.400.000 habitações sociais devidamente equipadas (electrodomésticos, etc.); a educação gratuita a todos os níveis (primário, secundário e universitário); a saúde gratuita com a criação da Missão Bairro Dentro (com a participação dos médicos cubanos); a criação dos CLAP-Comités Locais de Abastecimento e. Produção.

Em prol da emancipação continental já é um princípio que Cuba faça tanto como diz; pois se o internacionalismo que protagoniza é sua melhor forma de fazer, qualquer tribuna lhe é importante para falar e denunciar; por ela e pelos povos que sofrem, aos grandes culpados pelas suas mazelas, promotores da pilhagem, da divisão, da degradação social e do subdesenvolvimento crónico.

 

Cartaz mural pintado no bairro 23 de Janeiro, em Caracas, Venezuela.

 

Apenas três dias depois de suas palavras contundentes no fórum universal da ONU, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodriguez Parrilla, ocupou o palco virtual continental que estabeleceu a 20ª Reunião da Chanceleres da Comunidade dos Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), na qual voltou a condenar com força as medidas de coerção unilaterais aplicadas pelo Governo dos Estados Unidos contra vários países da área.

 

Rodriguez Paerrilla abordou temas peliagudos para os 33 países que compõem este mecanismo de integração, como os efeitos do Sars-Cov-2 no desenvolvimento das nossas nações, as estratégias imperialistas e suas ameaças para a paz, e comentou que as agressões da administração estadunidense obstaculizam as respostas à pandemia e violam o Direito Internacional, os postulados da Carta das Nações Unidas e a Proclamação da América Latina e o Caribe como Zona de Paz.

Tolerância zero é a divisa de Cuba frente a um crime que factura milhões de dólares no mundo e constitui uma violação grave dos direitos humanos

 

FOTO da revista INESEM.

 

As mulheres e meninas são as mais afectadas pelo tráfico de pessoas em nível mundial.

«Procura o dinheiro, porque caso contrário vão me matar», suplicou José* a sua mãe através do telefone, de um local no México onde o mantinham cativo junto a outros seis cubanos.

Chegar aos Estados Unidos depois de sair ilegalmente de Cuba constituía a menor das suas preocupações. A questão, então, era preservar a vida, e sair de um pesadelo de golpes, ameaças e trabalho forçado.

A mãe vendeu a casa para reunir o montante que lhe pediam e comunicou com os captores. Foi outra cubana, cúmplice na Ilha, a responsável por receber o dinheiro e fazê-lo chegar a um dos membros da rede criminosa; por essa operação ela recebeu 100 CUCs (equivalentes a dólares).

A partir do seu surgimento, Cuba está na mira das revoluções de cores. As instruções do Manual de Gene Sharp falam em democracia, mas são procedimentos para torcer as exigências dos direitos humanos ao seu favor, não para os realizar. Agem em seu nome e depois atraiçoam-nos.

Muitas destas «revoluções» promovidas sob o manto da não violência, acabaram com a «liberdade» e a «democracia» reclamadas com bombas e mísseis.

Foto: Canarias Semanal.

 

Em Cuba, na Venezuela, encaminham as suas técnicas a organizar aqueles que manifestem desconformidades com as dificuldades impostas a sistemas políticos anticapitalistas, explorando as exigências que lhes impõem como modelos, ao mesmo tempo que as obstaculizam com agressões.

Nos países do Leste europeu e nas antigas repúblicas soviéticas, depois em muitos outros países, o seu objetivo tem sido o de entregá-los à área de influencia da OTAN, ao colocá-los na órbita do imperialismo. Nunca os seus símbolos e cores, o punho negro sobre um fundo branco, tremulou em países aliados dos Estados Unidos, nem naqueles locais onde se produzem violações quotidianas dos direitos humanos, como a Colômbia e Honduras, por exemplo.