Foto: MINREX

 

Autoridades de fato bolivianas informaram publicamente, na tarde de 21 de Julho, que o imóvel conhecido como «Clínica do Colaborador», propriedade da República de Cuba, que fosse ocupado violentamente por parte das autoridades policiais, em 15 de Novembro de 2019, será habilitada, nos próximos dias, para o atendimento dos cidadãos bolivianos doentes da Covid-19.

A Autoridade reguladora de medicamentos da Índia aprovou o emprego excepcional do fármaco cubano Itolizumab para tratar de pacientes graves com a Covid-19

 

Foto: Cortesia do Centro de Imunologia Molecular.

 

A Autoridade reguladora de medicamentos da Índia aprovou o emprego excepcional do fármaco cubano Itolizumab para tratar pacientes graves com a Covid-19, destacou o director-geral do Centro de Imunologia Molecular (CIM) Eduardo Ojito Magaz, segundo o Twitter.

O ataque aos quarteis Moncada, em Santiago de Cuba, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo, marcaram um antes e um depois na história de Cuba  

 

 

Foto: Endrys Correa Vaillant

Hoje, a obra da Revolução vive nos quartéis convertidos em escolas.

 

No meio de uma situação de falta de esperança total para a grande maioria dos cubanos, quando parecia «que o Apóstolo viria a morrer no ano do seu centenário», um grupo de jovens, boa parte dos quais apenas ultrapassava os 20 anos de idade, tiveram a ousadia de assaltar a segunda fortaleza militar do país.

Pelas veias de uma cidade saem os jovens martianos. No meio de uma festa, outra vez a possibilidade do sacrifício em prol da felicidade de todos

 

Fotocomposição: Carlos M. Perdomo Domínguez

 

Pelas veias de uma cidade saem os jovens martianos. Ao cair da noite, as luzes dos carros engolem a estrada; de vez em quando uma paragem para respirar o ar de algum povoado. Agora não se trata de ser ou não ser, mas sim onde será a coisa; a pergunta persegue-os de forma insistente de cidade em cidade. Alguns estão com sapatos de duas cores, a única calça de sair, a guayabera branca; atrás, deixam a família, uma nota muito breve de um até breve, ou um adeus pendurado da janela, como a luz cintilante de uma vela.

Embora a pandemia da Covid-19 nos impeça de efectuar a comemoração de 26 de Julho, não existem nem vírus daninhos nem situações adverte Mailenys Oliva Ferralessas que possam minguar a transcendência daquele acto de rebeldia em 1953

 

Foto: Endrys Correa Vaillant

 

Embora a pandemia da Covid-19 nos impeça de marcar presença – apenas fisicamente – nesse encontro sagrado que temos os cubanos, cada dia 26 de Julho, com a memória e a geração histórica de nossa nação, não existem nem vírus daninhos nem situações adversas que possam minguar a transcendência daquele acto de rebeldia em 1953, quando um punhado de jovens, liderados por Fidel, «conquistou» para a eternidade o anseio de um povo.