Este será o nosso momento histórico e, talvez, quando passarem alguns anos, somos nós que mostraremos aos nossos filhos os jornais de hoje ...

 

O dever, agora, é dar às gerações futuras a possibilidade de criar um país mais próximo das aspirações de todos.

Enquanto revíamos as edições dos jornais antigos para este trabalho, retornámos à época para 1976. Talvez os nossos pais se tenham encarregado das pesquisas daquele ano, num momento tão relevante do processo revolucionário. O contacto com as páginas antigas fez-nos sentir como o jornalismo pode imortalizar as mudanças da história.

O acompanhamento detalhado de cada uma das etapas do plebiscito incluiu a criação do comité de redacção da minuta, o debate nos CDRs, o trabalho das organizações de massa, a participação popular e a votação, a 15 de Fevereiro, com os resultados do dito sufrágio. Além disso, as dúvidas que a população enviava à comunicação social eram esclarecidas, de modo que todos os possíveis eleitores pudessem conhecer as facilidades oferecidas.

Os órgãos de comunicação estabeleceram um diálogo entre as pessoas, as instituições e o governo, para que a nova Constituição fosse verdadeiramente de toda a sociedade em colaboração, para fazer um futuro melhor para a nação. O dever, agora, é dar às próximas gerações a possibilidade de criar um país mais de acordo com as aspirações de cada um dos cubanos.

Neste domingo a nomeação está nas urnas, para defender a nova Constituição de Cuba, onde juntos desenhamos o país que queremos ...


 

 

Nascer do sol em Cuba. É domingo, nada usual aquela calmaria, de Agromercados e varandas cheias de roupas. Cedo começou a agitação, daquele dia histórico, 24 de Fevereiro a ser exata. O povo estará a defender nas assembleias de voto a nova Constituição de Cuba, que há meses estávamos discutindo o país que queremos, o que aspiramos construir.

Nações Unidas, 22 de Fevereiro de 2019

 

O ministro das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, destacou o apoio de cerca de 60 delegações da ONU que se uniram contra os ataques à soberania de um país, como está a acontecer agora na Venezuela.

Depois de se reunir com essa coligação, formada no âmbito das Nações Unidas, destacou que a sua missão é a defesa do direito internacional e os princípios da Carta da ONU. “Queremos defender a paz e o direito dos países à sua soberania.”

De facto, acrescentou, o grupo foi criado para se defender contra qualquer ataque desse tipo, embora agora estejamos a discutir as acções que podemos realizar na sede da ONU em Genebra e Nova Iorque, e também fora da organização multilateral.

“Estamos muito felizes pelo apoio que a Venezuela está a receber, no marco da defesa dos princípios fundamentais da ONU”, enfatizou.

“Hoje é a Venezuela, mas o presidente dos EUA, Donald Trump, já lançou ameaças contra Cuba e Nicarágua, e não podemos permitir que isso aconteça.”

 

 A Causa Operária TV entrevistou uma moradora de Caracas, capital da Venezuela, que denunciou que os manifestantes que fazem barricadas (guarimbas) em manifestações violentas contra o presidente legítimo Nicolás Maduro são pagos pelos partidos e organizações de direita que, por sua vez, são financiados pelo imperialismo.

“Temos conhecimento de que a direita paga 30 dólares por dia para que façam barricadas, matem e criem o caos em nosso bairro”, denunciou ao correspondente da COTV em Caracas, Caio Clímaco.
 

MEDICAMENTOS PARA A VENEZUELA ENVIADOS PELA CHINA E CUBA PARA FAZER FACE AO BOICOTE CRIMINOSO IMPOSTO PELO IMPERIALISMO YANKEE

Chegaram à Venezuela 933 toneladas de medicamentos precedentes de Cuba e China.

O ministro da saúde da Venezuela, Carlos Alvarado, comunicou a chegada de medicamentos e outros materiais médicos no total de 933 toneladas.   

O ministro informou que se encontram 64 contentores no porto de La Guaira com medicamentos e outros bens clínicos e que a sua entrega nos vários destinos estará concluída em uma semana.