CUBA apresentou, em 16 de maio, seu Exame Periódico Universal (EPU), no Conselho dos Direitos Humanos

Autor: Sergio Alejandro Gómez

Maio 16, 2018 19:05:58

 

O evento foi uma nova chance para mostrar os avanços na aplicação de um modelo económico e social que tem no seu amago o ser humano e procura conquistar a maior justiça possível.

Esta é a terceira ocasião em que o país apresenta um relatório a esse mecanismo, que avalia o desempenho, em termos de direitos humanos, a todos os membros das Nações Unidas, em cada quatro anos e meio.

A última vez que Cuba se apresentou foi em maio de 2013. O semanário Granma Internacional partilha com os seus leitores alguns dos sucessos registados durante os últimos cinco anos.

 

GUERRA económica, sabotagens, baixos preços do petróleo, sanções internacionais e violência política

Autor: Dayron Rodríguez Rosales

Junho 1, 2018 18:06:58

Nicolás Maduro sempre esteve perto de seu povo, tanto em momentos de comemoração quanto em tempos difíceis.

Foto: AVN

 

GUERRA económica, sabotagens, baixos preços do petróleo, sanções internacionais e violência política. Qualquer presidente antes da chegada de Hugo Chávez ao Palácio de Miraflores teria sucumbido alguns dias depois, perante um ataque semelhante ao experimentado pelo governo de Nicolás Maduro no dia a dia.

No entanto, o povo venezuelano mantém-se de pé e apoia os líderes da Revolução Bolivariana. Como se explicar essa heróica resistência?

Este homem, de triste cadastro criminoso, morreu impunemente, abrigado pelos Estados Unidos, sem nunca ter pagado pelos crimes que cometeu.

Autor: Yailin Orta Rivera

Maio 24, 2018 08:05:59

Photo: Archivo

Granma oferece as palavras proferidas pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel M. Díaz-Canel Bermúdez, ao receber a Ordem Libertadores e Libertadoras da Venezuela, em Caracas, em 30 de maio de 2018, "Ano 60º da Revolução"

Photo: Estudio Revolución

 

Palavras proferidas pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros de Cuba, Miguel M. Díaz-Canel Bermúdez, ao receber a Ordem Libertadores e Libertadoras da Venezuela, em Caracas, em 30 de maio de 2018, “Ano 60º da Revolução”:

 

Companheiro Nicolás Maduro Moros, Presidente da República Bolivariana da Venezuela;

Membros das delegações da Venezuela e de Cuba:

 

Com orgulho e reverência começo a falar, como disse Martí. Estou ciente de que, tendo sido julgado como digno de receber a Ordem Libertadores e Libertadoras da Venezuela, é a Cuba, às cubanas e cubanos, a quem esta imensa honra é conferida.

As primeiras palavras de Díaz-Canel em território venezuelano, ainda no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, foram dedicadas a felicitar Maduro, pela vitória eleitoral do último dia 20 de maio. “Trago uma mensagem fraterna e solidária do general do exército cubano Raúl Castro, primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba e do povo cubano, para o povo bolivariano, venezuelano e também para o presidente Nicolás Maduro. Todo o nosso reconhecimento e felicitações pela vitória contundente nas eleições do dia 20 de maio”, declarou.

O presidente cubano cumpriu uma extensa agenda que incluiu uma visita ao Quartel da Montanha, onde fica o mausoléu com os restos mortais do ex-presidente Hugo Chávez. Prestou homenagem ao herói nacional Simon Bolívar no Panteão Nacional, fez um discurso na Assembleia Nacional Constituinte, visitou um centro médico onde trabalham profissionais de saúde cubanos e participou  numa reunião privada com Nicolás Maduro. Na agenda constavam todos os projetos de cooperação entre os dois países.