O governo dos Estados Unidos continua em sua campanha de desacreditar Cuba e buscar assim novos argumentos para entorpecer as relações entre ambas as nações, apesar da aproximação conseguida durante o governo do presidente Barack Obama

 

Autor: Ana Laura Palomino García | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Novembro 2018

 

O governo dos Estados Unidos continua na sua campanha de desacreditar Cuba e procura assim novos argumentos para entorpecer as relações entre ambas as nações, apesar da aproximação conseguida durante o governo do presidente Barack Obama, afirmou em 29 de Novembro Johana Tablada, funcionária do Ministério das Relações Exteriores da Ilha.

Declaração do Ministério das Relações Exteriores

Autor: Granma | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Novembro 2018

 

Nos últimos meses, o Departamento de Estado dos EUA gerou uma nova justificação para afectar as relações diplomáticas bilaterais, relacionadas ao processo de concessão de vistos diplomáticos e oficiais exigidos pelos funcionários das respectivas embaixadas em Washington e Havana, para o desempenho de suas funções. A manobra consiste em afirmar que Cuba impede a concessão de vistos para os funcionários designados na embaixada dos Estados Unidos em Cuba, o que supostamente dificulta o desempenho dessa missão diplomática.

É o que o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez valorizou durante a reunião do Conselho de Ministros que avaliou o desempenho da economia durante este ano e as perspectivas para 2019

 

Autor: Leticia Martínez Hernández | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Autor: Yaima Puig Meneses | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Novembro 2018

 

Photo: Estudios Revolución

 

O presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, Miguel Diaz-Canel Bermúdez, ratificou durante a última reunião do órgão máximo do governo que a principal tarefa da Revolução continua a ser até hoje a batalha económica pelo impacto de seus resultados na satisfação do povo cubano.

«Temos que ser mais exigentes no planeamento, o que implica também reforçar as estruturas responsáveis pelos assuntos económicos em todos os níveis. É urgente formar equipas de trabalho fortes que proponham soluções e estudem alternativas. Devemos aproveitar o talento de académicos e pesquisadores em questões económicas e avaliar as propostas que eles fazem».

Díaz-Canel também destacou o papel da empresa estatal e sua relação harmoniosa com o sector não-estatal, definido como um complemento à economia, para a qual deve contribuir um ambiente de legalidade.

Reiterou a validade dos conceitos apresentados pelo primeiro secretário do Comité Central do Partido Comunista, Partido general-de-exército Raúl Castro Ruz, referindo-se a não gastar mais do que podemos entrar e não assumir compromissos que não sejamos capazes de honrar em tempo.

 

Evocou-se ontem em Cuba a memória dos oito estudantes de medicina executados pelo poder colonial espanhol, sob acusação de terem profanado o sepulcro de um jornalista cubano que apoiava o domínio espanhol.

O julgamento foi conduzido de forma arbitrária, foram cometidas diversas ilegalidades no decurso do mesmo, um dos acusados nem sequer se encontrava em Havana na data do alegado crime, apenas tendo decorrido pouco mais de três horas desde a sentença até à execução.

Assinalando a data, como todos os anos, milhares de estudantes desfilaram desde a escadaria da Universidade até ao local onde foram executados os jovens.

Os jovens, que desfilaram, irão honrar a memória dos jovens assassinados pelos espanhóis, tal como é honrada todos os dias pelos médicos cubanos espalhados por todo o mundo, não só pela qualidade da sua formação, como também pela humanidade no trato dos pacientes, com a sua disponibilidade para exercer a sua missão nos locais mais recônditos dos países onde actuam, onde os profissionais nacionais recusam trabalhar, pela incomodidade dos instalações ou inacessibilidade dos locais.

A Grande Antilharia tem um contexto privilegiado em que todas as crianças têm direito à saúde e educação gratuitas, disse nesta terça-feira, em Havana, a Coordenadora do programa das Nações Unidas para a Infância, Victoria Colamarco.

Autor: Escrita Digital | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

21 de Novembro de 2018

Cuba tem um âmbito privilegiado no qual todas as crianças têm direito à saúde e à educação gratuita, o que, infelizmente, não é a realidade de muitas crianças no mundo, afirmou terça-feira em Havana, Victoria Colamarco, Coordenador do programa Nações Unidas para as Crianças (UNICEF).

Num acto pelo Dia Mundial da Criança, Colamarco disse que está na altura de fazer um apelo aos líderes dos chamados países em situações 'frágeis', no sentido de se comprometerem com os direitos das crianças, viabilizando igualdade de oportunidades na vida.