O Partido Comunista de Cuba aderiu à convocação internacional de cooperação na batalha contra a doença, que já matou mais de 50.000 pessoas em todo o mundo.

Autor: Granma | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Abril, 2020

O Partido Comunista de Cuba aderiu à convocação internacional de cooperação na batalha contra a doença, que matou mais de 50.000 pessoas no mundo. O texto, rubricado por 230 partidos políticos de mais de cem países, reconhece que a Covid-19 nos confrontou com o desafio mais premente e sério para a saúde humana e o desenvolvimento pacífico do mundo.

Os signatários, comprometidos com o bem comum, o desenvolvimento nacional, a paz e a estabilidade mundial, e diante duma situação sem precedentes, insistem na necessidade de adoptar medidas vigorosas, priorizando a vida e a saúde das pessoas, para restringir com determinação a propagação da epidemia.

Conscientes de que o vírus não conhece fronteiras, os signatários assumem que não há país capaz de lidar com ele por conta própria; portanto, pedem a adição de recursos e forças ao nível global por meio da cooperação internacional, políticas integradas e acções coordenadas.

Reconhecem as nações, incluindo a China, pela sua atitude aberta, transparente e responsável na publicação de informações epidemiológicas e no compartilhamento de experiências de prevenção e tratamento, especialmente pela sua assistência com suprimentos médicos aos países afectados.

Cuba sempre prestou ajuda a quem precisa, em virtude apenas da solidariedade como princípio, da profunda convicção da humanidade que legou a vida e o trabalho exemplar do Comandante-em-chefe Fidel Castro

Autor: Susana Antón | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Abril , 2020

 

A brigada, composta por 95 mulheres e seis homens, levará pela primeira vez a colaboração cubana em saúde a Barbados. Foto: Rodríguez Robleda, José Raúl.

 

Cuba sempre prestou ajuda àqueles que dela necessitam, unicamente em virtude da solidariedade como princípio, da profunda convicção da humanidade que legou a vida e o trabalho exemplar do Comandante-em-chefe Fidel Castro.

No domingo, 5 de abril, a Ilha maior das Antilhas novamente mobilizou as forças do exército mais poderoso nesta hora crítica, seu pessoal de saúde e n outro acto de resposta destacada enviou a Barbados uma brigada do contingente especializado em situações de Desastre e Graves Epidemias, Henry Reeve.

Uma declaração conjunta, assinada pelos partidos comunistas da América do Sul, destaca o papel decisivo dos trabalhadores cubanos da saúde no enfrentamento da pandemia que está a devastar o mundo.

Estas organizações políticas saudaram a realização da Teleconferência de ministros da Saúde e ministérios das Relações Exteriores, convocada pela presidência pro-tempore mexicana da Celac, um espaço que elas consideram «o único onde todos os países de Nossa América se podem encontrar com a presença inestimável de Cuba», que eles descreveram como «vanguarda mundial em inovação médica e bioquímica e em ética humanística».

Além disso, participaram na Organização Pan-Americana da Saúde e uma delegação de alto nível da República Popular da China.

«A pandemia da Covid-19 revela tragicamente as deficiências nos sistemas de saúde da maior parte da região, resultado de políticas impopulares seguidas por governos neoliberais subordinados ao grande capital monopolista», afirmou o comunicado.

O presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, instou na segunda-feira, 30 de Março, a continuar o trabalho incansável no confronto ao Covid-19

Autor: Leticia Martínez Hernández | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Março 31, 2020

 

Foto: Ismael Batista

«As medidas estão a dar resultados, mas não podemos facilitar em nós mesmos, ainda não entramos no momento mais crítico», disse, ao liderar a reunião diária de check-up sobre a situação com o novo coronavírus na Ilha e o plano para contenção.

«Se continuarmos a trabalhar com esta eficiência, resultado, e aumentarmos agora, com as possibilidades que temos, os testes e, portanto, as detecções e os isolamentos, podemos avançar e afastarmo-nos das terríveis consequências que a pandemia trouxe noutros lugares do mundo», sublinhou.

Díaz-Canel considerou que o país precisa lidar «de maneira muito intencional com a implementação e o controle das medidas recentemente aprovadas, que foram informadas nas mesas-redondas emitidas pela televisão». Entre as tarefas que dão vitalidade à nação, mencionou a produção de alimentos e a colheita da cana-de-açúcar.

Ao avaliar o que acontece em Cuba com a Covid-19, o chefe de Estado referiu-se à morte de dois cubanos: «lutou-se por suas vidas, mas, infelizmente, o estado em que eles estavam impediu-os de serem salvos».

Destacou o comportamento mais disciplinado da população durante o fim-de-semana. «No domingo, praticamente as ruas de Havana e outras cidades do país estavam vazias, e as filas eram mais organizadas», comentou, o que mostra que quando se faz um apelo, quando tudo é explicado, quando é discutido e quando há uma lógica no que estamos afazer, as pessoas apoiam».

O nosso país não lança bombas contra outros povos, nem manda milhares de aviões a bombardear cidades; o nosso país não possui armas nucleares, nem armas químicas, nem armas biológicas. Os milhares de cientistas e médicos com que conta o nosso país foram educados na ideia de salvar vidas. Estaria em absoluta contradição com a sua concepção pôr um cientista ou um médico a produzir substâncias, bactérias ou vírus capazes de produzir a morte a outros seres humanos

Autor: Fidel Castro Ruz | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Março, 2020

 

 

Eu penso – porque sou optimista– que este mundo pode ser salvo, apesar dos erros cometidos, apesar dos poderes imensos e unilaterais que foram criados, porque acredito na preeminência das ideias sobre a força. (…)

O nosso país não lança bombas contra outros povos, nem manda milhares de aviões a bombardear cidades; o nosso país não possui armas nucleares, nem armas químicas, nem armas biológicas. Os milhares de cientistas e médicos com que conta o nosso país foram educados na ideia de salvar vidas. Estaria em absoluta contradição com a sua concepção pôr um cientista ou um médico a produzir substâncias, bactérias ou vírus capazes de produzir a morte a outros seres humanos.