«O primeiro dia da liberdade, início da nossa luta pela independência, ideal que hoje continuamos a defender perante o império e os mercenários anexionistas a seu serviço»

 

Foto: ACN

 

SANTIAGO DE CUBA.— «O primeiro dia da liberdade, início de nossa luta pela independência, ideal que hoje continuamos a defender perante o império e os mercenários anexionistas a seu serviço», escreveu no Twitter o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermudez, no dia 10 de Outubro, quando perante Carlos Manuel de Céspedes, José Martí, Mariana Grajales e Fidel, no corredor dos fundadores da nação, no cemitério desta cidade, ouviu-se dobrar o sino de La Demajagua.

Um novo passo, e não qualquer um, mas sim um passo decisivo para o enfrentamento à pandemia e para o futuro imediato de Cuba, inicia-se hoje

Foto: Ismael Batista

 

Com o respaldo de meses de trabalho tenso e ininterrompido, de longas horas de análises, de acumulação de experiências e medidas em constante aperfeiçoamento, deparamo-nos com um conceito que utilizamos muitas vezes ao longo deste tempo, e que agora se materializa para o óptimo e orgânico funcionamento do país: a nova normalidade.

Vários aspectos distinguem a passagem a esta etapa (à qual se incorporam 12 províncias cubanas e o município especial Isla de la Juventud), mas nenhum deles a define melhor do que a adopção de um novo código e estilo de vida. Por outras palavras, trata-se de assumir uma nova quotidianidade, de incorporar nela, não como modos de actuação, mas sim como rotinas imprescindíveis, todas as aprendizagens que nos permitiram chegar até aqui.

A solidariedade e a amizade são dois pilares que caracterizam a proximidade entre os povos de Cuba e da Rússia, uma situação exemplar da cooperação internacional, tão reclamada nas convulsões dos dias atuais, a fim de contribuir para conter o flagelo mundial da Covid-19.

 

 

Ambas as qualidades, base dos vínculos bilaterais; e a necessidade de multiplicá-los em prol de atenuar, também, as contracções económicas agravadas pela pandemia, foram exaltadas na conversa mantida pelo primeiro vice-ministro de Cuba, Ricardo Cabrisas Ruiz, com Guennadi Ziuganov, presidente do Comité Central do Partido Comunista da Federação da Rússia, e Ivan Mielnikov, primeiro vice-presidente da Duma Estatal.

No cordial e cálido encontro, realizado no segundo dia da visita do directivo cubano à Federação da Rússia, Cabrisas actualizou os anfitriões acerca da complexa situação que atravessa o arquipélago cubano, onde, além dos efeitos provocados pelo novo coronavírus, se assiste a um recrudescimento, sem precedentes, do genocida bloqueio económico, comercial e financeiro dos Estados Unidos.

“Nós temos a consciência da dimensão da perda para o movimento revolucionário. E, no entanto, é precisamente aí que reside o lado fraco do inimigo imperialista: acreditar que liquidando o homem físico, se liquida o seu pensamento; acreditar que junto com o homem físico, se liquidam as suas ideias; acreditar que junto com o homem físico, se liquidam as suas virtudes; acreditar que junto com o homem físico, se liquida o seu exemplo. (...)”

Fidel Castro

 

A Associação de Amizade Portugal Cuba, presta a sua homenagem ao Revolucionário exemplar que dedicou a sua vida à luta pela Liberdade e Democracia, na defesa da soberania dos povos, na defesa dos mais fracos e oprimidos, demonstrando pela sua atitude e exemplo que é possível outra sociedade, que existem alternativas ao capitalismo.

Che Guevara e muitos outros seus companheiros da Revolução deixaram-nos o exemplo do que deve ser a atitude de um verdadeiro Revolucionário.

As grandes vitórias alcançam-se na luta diária, com a forte convicção de que o caminho traçado é o que melhor serve o Povo, independentemente dos desaires ocorridos no percurso dessa luta.

A não ser assim, Cuba não teria resistido a 60 anos de um Bloqueio criminoso movido pelo Imperialismo.

Liquidaram o Revolucionário, não liquidaram as suas ideias!

  

Outubro, 2020

 

Ver link-Poema de Fidel a Che Guevara

 

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/o-poema-de-che-guevara-fidel-castro.phtml

Com a eleição de Hugo Chavez como Presidente da Venezuela e a aprovação, em referendo, a nova Constituição da República Bolivariana da Venezuela consagra importantes direitos políticos, económicos e sociais.

Desde então, grandes conquistas são concretizadas de que se destacam: a irradicação do analfabetismo, cerca de 2 milhões de venezolanos (com o apoio do método cubano); a construção de 3.400.000 habitações sociais devidamente equipadas (electrodomésticos, etc.); a educação gratuita a todos os níveis (primário, secundário e universitário); a saúde gratuita com a criação da Missão Bairro Dentro (com a participação dos médicos cubanos); a criação dos CLAP-Comités Locais de Abastecimento e. Produção.