O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, garantiu que a resposta do mundo ao surto da Covid-19 deve levar em conta as necessidades das mulheres e que a sua liderança fortalece a resposta à pandemia

Autor: Milagros Pichardo | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Abril, 2020

Foto: EFE

 

A nível mundial, as mulheres representam 70% dos trabalhadores do sector social e da saúde.

 

O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, garantiu que a resposta do mundo ao surto da Covid-19 deve levar em conta as necessidades das mulheres e que a sua liderança fortalece a resposta à pandemia.

A afirmação é mais abrangente se considerarmos que as mulheres representam 70% dos trabalhadores do sector social e de saúde e realizam três vezes mais trabalhos de cuidados não remunerados em casa do que os homens, segundo estudos.

Obrigado Cuba! Mal conseguiu dizer o canadense Michael Glafhestea, na saída do hospital Fermín Valdés Domínguez, já de alta clínica, depois de superar a Covid-19

Autor: Germán Veloz Placencia | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Abril, 2020

Foto: Germán Veloz Placencia

 

De volta a sua casa, depois de derrotar a Covid-19 com a ajuda decisiva do pessoal médico cubano.

HOLGUÍN.— Obrigado Cuba!, mal conseguiu dizer o canadense Michael Glafhestea, na saída do hospital Fermín Valdés Domínguez, já de alta clínica, depois de superar a Covid-19.

Depois, encaminhou-se para a ambulância que o levou ao aeroporto internacional Frank País García, onde um avião estava a sua espera para o levar ao seu país.

Antes, através do telefone, enquanto aguardava alguns procedimentos formais, entrou em contacto com a imprensa, momento em que reconheceu em breves palavras em espanhol a atenção recebida pela equipe do centro médico.

Enquanto o coronavírus provoca a pior crise no âmbito da saúde pública das últimas décadas, Washington empenha-se em limitar a capacidade de Cuba enfrentar a pandemia

Autor: Alejandra García | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Abril, 2020

Foto: Prensa Latina

Cada dia, a administração de Trump amplia as restrições para impedir o acesso da Ilha a remédios e insumos de primeira necessidade.

O doutor Lázaro Silva Herrera, vice-presidente da empresa importadora e exportadora cubana de produtos médicos MediCuba disse que, perante a política genocida do bloqueio, a Ilha responde de maneira contundente: «Temos os recursos indispensáveis para garantir o atendimento médico do povo, nestes tempos da Covid-19».

Destacou que, a partir dos primeiros casos de contágio, Cuba agiu com rapidez. «O sistema de saúde adquiriu logo os recursos imprescindíveis para conter a doença e assistir as pessoas diagnosticadas».

Apesar do acirramento do cerco económico estadunidense, o especialista reiterou uma mensagem de alívio ao povo cubano: «Embora a situação venha a agravar-se, concentraremos os nossos esforços em garantir a disponibilidade dos recursos destinados a enfrentar o novo coronavírus, bem como os que são empregados para tratar de outras doenças, que estejam em Cuba no momento oportuno», acrescentou.

Foto Juventude Rebelde

Lázaro Silva Herrera, vice-presidente da Medicuba, entidade importadora do Ministério da Saúde Pública de Cuba, em entrevista neste sábado, 11 de abril, denunciou que neste momento de pandemia o bloqueio torna-se mais grave., destacou que em anos anteriores, Cuba contactou cerca de seis dezenas de empresas de fornecimento de equipamentos médicos, mas apenas duas responderam aos requisitos de compra dos medicamentos e equipamentos necessários para muitas doenças crônicas e complexas.

Em 2019, foi alcançado um acordo com a empresa Bayer, mas não foi concretizado isso não pôde ser executado porque a empresa alegou que a autorização do Departamento do Tesouro dos E.U.A tinha sido cancelada.

Uma música muito difundida da cantora argentina María Elena Walsh: Como la cigarra, tornou-se ícone de resistência na história do seu país e do continente, a partir de 1973, quando foi difundida e saiu para empolgar plateias.

Autor: Pedro de la Hoz | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Abril, 2020

Mercedes Sosa vista por Oswaldo Guayasamín.

 

No momento, foi uma chamada de alento para fazer face à ditadura militar; agora, escutada na nação argentina e multiplicada nas redes sociais, encarna a certeza de que, quando for eliminada a pandemia causada pelo coronavírus, teremos que nos erguer como melhores seres humanos.

 

Quinta-feira, 22 de Março, faltando dez minutos para as 22 horas, 35 artistas argentinos reuniram-se para interpretar essa peça e fazê-la circular nas redes sociais e em três canais de televisão desse país austral. Passados já vários dias, milhares de internautas no mundo todo acederam a esta criação colectiva. Em Cuba, conseguiu ser ouvida na emissora radiofónica Habana Radio, no programa Cuba libre, que dirige o historiador e promotor Ernesto Limia, e com a presença de Israel Rojas (do dueto Buena Fe).