O boicote contra a Venezuela de aquisição de produtos alimentares e medicamentos é um crime que lesa a humanidade.

O congelamento ilegal de contas bancárias da Venezuela, por parte do imperialismo dos EUA e seus acólitos da EU, impede a chegada de mercadorias e medicamentos em tempo oportuno.

O Governo Bolivariano tem desenvolvido medidas alternativas, o que encarece as importações de forma significativa.

 “Há que acabar com a vergonha do bloqueio a Cuba”, palavras de Paul Laverty, guionista de Yuli, ao receber prémio que fizeram o público pôr-se de pé.

Ao receber o Prémio do Júri para o melhor guião no Festival Internacional de Cinema de San Sebastian pelo filme “Yuli”, inspirado na vida do bailarino cubano Carlos Acosta, o britânico Paul Laverty fez uma intervenção a favor de Cuba e contra o bloqueio dos Estados Unidos à Ilha.

Paul Laverty-guionista de Yuli

“Há 58 anos os Estados Unidos impuseram um bloqueio a Cuba, um bloqueio que é ilegal, que todos os anos é condenado pelas Nações Unidas, e que só é apoiado por dois votos: o dos Estados Unidos e o de Israel. Dois peritos em aplicar castigos colectivos a populações civis. Dois assassinos, desavergonhados, hipócritas. Há que acabar com esta vergonha; há que acabar com o bloqueio a Cuba

Mais de 1,4 milhão de cubanos de cerca de 120 países participarão dos debates sobre o projecto de Constituição da República. Os colaboradores da saúde da Ilha maior das Antilhas, que prestam serviços em 66 países, também serão protagonistas.

Autor: Enrique Milanés León,|Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Setembro 20, 2018 17:09:56

As nossas missões prevêem 637 dessas reuniões de consulta na Venezuela. Foto: Enrique Milanés León

 

CARACAS — Na primeira semana de um processo que, até 15 de Outubro irá recolher contribuições de mais de 21.200 colaboradores cubanos na Venezuela, os membros das missões de Ensino Superior e Cultura na capital mostraram na sua pré-montagem uma prática que transforma 11 milhões de patriotas em criadores de conteúdo e protagonistas de um projecto nacional - mais do que a Magna Carta - cuidadosamente preparada e proposta.

Com a presença de Rogelio Polanco Fuentes, Embaixador de Cuba na Venezuela, e de Orlando Álvarez Acosta, Chefe do Grupo Nacional de Trabalho, os colaboradores contribuíram com os seus critérios num encontro no auge de suas profissões e do seu amor por Cuba. Liderado por Graciela Fernandez Suarez e Tania Chaveco, Chefes de Missões de Ensino Superior e Cultura, nessa ordem, de forma rápida os assistentes «abriram fogo» com as suas ideias de República.

Por: Randy Alonso Falcón

17 de Setembro de 2018

 

O Presidente Cubano confessa que começa as manhãs a ler Cubadebate e as opiniões que o povo dá no nosso portal digital.

Foi uma conversa amena e cheia de argumentos, na íntima sobriedade duma pequena sala do Palácio da Revolução, por onde tantas vezes caminharam Fidel e Raúl.

Patricia Villegas trazia uma pasta cheia de perguntas para o Presidente Cubano, das mais actuais às mais controversas. De Cuba aos Estados Unidos passando pela América Latina, do Presidente ao ser humano, decorreu a primeira entrevista que Miguel Díaz-Canel Bermúdez concede a um meio de comunicação, desde que assumiu a máxima responsabilidade estatal e de governo no nosso país.

Franqueza, sentido de trabalho colectivo, enorme compromisso com o povo, dimensão das complexidades que enfrenta e das forças com que conta, responsabilidade de manter a continuidade revolucionária, foi a impressão que deixou Díaz-Canel durante a quase hora e meia de diálogo fluído com a Presidente da cadeia multinacional TeleSur.

O governo chavista aplica um novo plano de recuperação económica para fazer face à guerra económica e desenvolver o país

Autor: Bertha Mojena Milián | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Nicolás Maduro com seu povo. Foto: nicolasmaduro.org.ve

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou como feriado para «facilitar a entrada em vigor do novo cunho monetário e seu processo de adaptação».

A partir desse dia, o seu país terá oficialmente duas moedas: o Bolívar soberano e o Petro, um novo sistema salarial e um sistema de preços sustentado à Criptomoeda, bem como um novo sistema de subsídio directo da gasolina às famílias venezuelanas e ao transporte público nacional.

É um dia que, sem dúvida, marcará o antes e o depois na recuperação, renovação e estabilidade económica de um país que é submetido à mais feroz guerra económica, psicológica e dos média, que causou inúmeras vítimas inocentes. Um governo cujas forças opostas — externas e internas — não pouparam maneiras e métodos para desestabilizá-lo, destruí-lo e subjugá-lo.