O diretor do Instituto de Medicina Legal de Cuba , Sergio Rabell , destacou a visita à ilha de membros da Academia Norte-Americana de Ciências Forenses, durante a qual compartilharam experiências com colegas nacionais.

Há 25 anos esta Academia tenta manter relações com Cuba o que só foi possível a partir de 2015, explicou Rabell.

Esta presença na maior Ilha das Antilhas não está relacionada com desastre aéreo de 18 de Maio, mas para compartilhar critérios com colegas cubanos no contexto dos 70 anos da fundação da sociedade e 60 anos do Instituto de Medicina Legal, acrescentou.

Nesta segunda-feira (21) o ministror venezuelano Jorge Arreaza, reuniu-se com grupos por continente das delegações de observadores internacionais do processo eleitoral venezuelano. No encontro com os representantes da América Latina, destacou-se a importância de resistir e preservar a paz na Venezuela e na região.

 
O ministro venezuelano do Poder Popular para Relações Exteriores, Jorge Arreaza, manteve nesta segunda-feira (21), na sede do ministério, um encontro com a delegação de observadores eleitorais da América Latina, presentes no país durante o processo eleitoral do último domingo. Na reunião abordaram a situação do continente.
 
Participaram do encontro com o ministro a presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, a ex-embaixadora da Argentina na Venezuela, Alícia Castro; a ex-senadora colombiana Piedad Córdoba, o senador chileno Alejandro Navarro; o presidente da Comissão Permanente dos Partidos Políticos da América Latina (Coppal), Manuel Pichardo, e Esteban Silva, ativista de movimentos de solidariedade no Chile.
 
“Falámos sobre a Nossa América, o momento histórico, as conjunturas, os desafios, os nossos órgãos de integração, nossos partidos políticos, as redes necessárias entre os diversos movimentos populares progressistas”, disse o ministro.
 
O ministro afirmou que falaram também sobre ações estratégicas na luta contra acções imperialistas na região, “para que possamos avançar e poder não só resistir ao imperialismo neste momento histórico, mas também avançar”, disse.

Nicolás Maduro ordenou nesta terça-feira (22) a expulsão do diplomata norte-americano Todd Robinson, alegando que existem evidências de que estaria conspirando contra o governo.

As manobras de Washington ocorreram logo após os EUA criticarem a eleição venezuelana ocorrida no domingo (20), com o vice-presidente Mike Pence acusando que o acto eleitoral não teria sido "nem livre nem justo".

Nicolás Maduro foi reeleito como presidente com 68% dos votos, cerca de 46% de participação eleitoral, de acordo com o Conselho Nacional Eleitoral.

Os EUA impuseram uma série de novas sanções contra o país por causa do que chamaram de voto "fraudulento", apesar de não terem apresentado uma justificação fidedigna para tal acusação.

A Rússia disse que manterá boas relações com a Venezuela e destacou que as sanções contra o país não são apenas contraproducentes, mas também contrárias ao direito internacional. A China, por sua vez, pediu para que a decisão do povo venezuelano seja respeitada, uma vez que a população se pronunciou num processo eleitoral que transcorreu de forma muito tranquila e com grande civilidade.

O líder cubano Raúl Castro e o presidente Miguel Díaz-Canel felicitaram o recém-reeleito presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pela vitória nas eleições presidenciais deste domingo.

Na sua mensagem, o primeiro-secretário do Comité Central do Partido Comunista de Cuba enviou calorosas felicitações e ressaltou que 'o povo venezuelano deu ...novamente mostras de lealdade e compromisso com a Revolução bolivariana e chavista'.

Por sua vez, Díaz-Canel reafirmou a solidariedade da Revolução cubana com o povo venezuelano, nos novos desafios que se avizinham.

'O povo bolivariano e chavista demonstrou novamente a determinação de defender o legado de Chávez, que tão dignamente representa', assegurou o presidente cubano na sua carta enviada a Nicolás Maduro.

A Associação de Amizade Portugal Cuba saúda o Presidente Nicolás Maduro pela sua reeleição e reafirma a sua total solidariedade para com este, com o Povo Venezuelano e com a Revolução Bolivariana.

A AAPC congratula-se com a forma como decorreu todo o acto eleitoral do passado domingo, apesar de todas as tentativas de ingerência e intimidação feitas, quer por forças internas, quer externas ao país, onde cerca de 48% dos venezuelanos se apresentaram nas urnas e decidiram o seu destino.

Obtendo mais de cinco milhões e oitocentos mil votos, o que representa quase 68% dos votos expressos, o povo assumiu estar ao lado da Revolução Bolivariana e do seu presidente.

A AAPC, continuará em Portugal conjuntamente com outras organizações e forças progressistas a denunciar e condenar todas as manobras de ingerência e ameaças de intervenção externa contra a República Bolivariana da Venezuela, o seu Governo legítimo e constitucional e o seu povo, apelando à solidariedade em defesa da Venezuela Bolivariana, pelo progresso social, a paz e cooperação entre os povos.

As nossas saudações solidárias ao Presidente Nicolás Maduro e ao Povo Venezuelano.

Viva a Revolução Bolivariana da Venezuela!