A visita recentemente feita por James Mattis, secretário da Defesa dos Estados Unidos ao Brasil, Argentina, Chile e a Colômbia deixou muito que falar na região.

 Autor: Bertha Mojena Milián | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

A visita recentemente feita por James Mattis, secretário da Defesa dos Estados Unidos ao Brasil, Argentina, Chile e a Colômbia deixou muito que falar na região e, na medida em que os dias se passaram, foram feitas várias análises sobre os resultados desta viagem e os eventos subsequentes — aparentemente isolados — transformam-se num alerta para a área.

Com a frustrada tentativa de assassinato contra seu presidente, Nicolás Maduro, o povo continua a defender as conquistas alcançadas durante este período de transformações sociais.

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Milhares de venezuelanos mobilizaram-se em repúdio ao ataque contra o presidente Maduro.

O boicote contra a Venezuela de aquisição de produtos alimentares e medicamentos é um crime que lesa a humanidade.

O congelamento ilegal de contas bancárias da Venezuela, por parte do imperialismo dos EUA e seus acólitos da EU, impede a chegada de mercadorias e medicamentos em tempo oportuno.

O Governo Bolivariano tem desenvolvido medidas alternativas, o que encarece as importações de forma significativa.

 “Há que acabar com a vergonha do bloqueio a Cuba”, palavras de Paul Laverty, guionista de Yuli, ao receber prémio que fizeram o público pôr-se de pé.

Ao receber o Prémio do Júri para o melhor guião no Festival Internacional de Cinema de San Sebastian pelo filme “Yuli”, inspirado na vida do bailarino cubano Carlos Acosta, o britânico Paul Laverty fez uma intervenção a favor de Cuba e contra o bloqueio dos Estados Unidos à Ilha.

Paul Laverty-guionista de Yuli

“Há 58 anos os Estados Unidos impuseram um bloqueio a Cuba, um bloqueio que é ilegal, que todos os anos é condenado pelas Nações Unidas, e que só é apoiado por dois votos: o dos Estados Unidos e o de Israel. Dois peritos em aplicar castigos colectivos a populações civis. Dois assassinos, desavergonhados, hipócritas. Há que acabar com esta vergonha; há que acabar com o bloqueio a Cuba

Mais de 1,4 milhão de cubanos de cerca de 120 países participarão dos debates sobre o projecto de Constituição da República. Os colaboradores da saúde da Ilha maior das Antilhas, que prestam serviços em 66 países, também serão protagonistas.

Autor: Enrique Milanés León,|Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Setembro 20, 2018 17:09:56

As nossas missões prevêem 637 dessas reuniões de consulta na Venezuela. Foto: Enrique Milanés León

 

CARACAS — Na primeira semana de um processo que, até 15 de Outubro irá recolher contribuições de mais de 21.200 colaboradores cubanos na Venezuela, os membros das missões de Ensino Superior e Cultura na capital mostraram na sua pré-montagem uma prática que transforma 11 milhões de patriotas em criadores de conteúdo e protagonistas de um projecto nacional - mais do que a Magna Carta - cuidadosamente preparada e proposta.

Com a presença de Rogelio Polanco Fuentes, Embaixador de Cuba na Venezuela, e de Orlando Álvarez Acosta, Chefe do Grupo Nacional de Trabalho, os colaboradores contribuíram com os seus critérios num encontro no auge de suas profissões e do seu amor por Cuba. Liderado por Graciela Fernandez Suarez e Tania Chaveco, Chefes de Missões de Ensino Superior e Cultura, nessa ordem, de forma rápida os assistentes «abriram fogo» com as suas ideias de República.