A partir do seu surgimento, Cuba está na mira das revoluções de cores. As instruções do Manual de Gene Sharp falam em democracia, mas são procedimentos para torcer as exigências dos direitos humanos ao seu favor, não para os realizar. Agem em seu nome e depois atraiçoam-nos.

Muitas destas «revoluções» promovidas sob o manto da não violência, acabaram com a «liberdade» e a «democracia» reclamadas com bombas e mísseis.

Foto: Canarias Semanal.

 

Em Cuba, na Venezuela, encaminham as suas técnicas a organizar aqueles que manifestem desconformidades com as dificuldades impostas a sistemas políticos anticapitalistas, explorando as exigências que lhes impõem como modelos, ao mesmo tempo que as obstaculizam com agressões.

Nos países do Leste europeu e nas antigas repúblicas soviéticas, depois em muitos outros países, o seu objetivo tem sido o de entregá-los à área de influencia da OTAN, ao colocá-los na órbita do imperialismo. Nunca os seus símbolos e cores, o punho negro sobre um fundo branco, tremulou em países aliados dos Estados Unidos, nem naqueles locais onde se produzem violações quotidianas dos direitos humanos, como a Colômbia e Honduras, por exemplo.

Mais vinte cubanos incorporaram-se à jovem história de Soberana 01, o primeiro candidato de vacina de Cuba contra a Covid-19.

 

Eles têm entre 60 e 80 anos de idade e integram o segundo grupo de voluntários que receberão a primeira dose desta esperançosa proposta, que busca ganhar a batalha à pandemia que mata pessoas todos os dias.

Chegam a este momento depois de vários passos prévios, todos criteriosamente organizados, planeados como parte de um necessário estudo ao que todos os cubanos apontam os e lhe desejam sucessos para poder imunizar, posteriormente, toda a população contra o novo coronavírus.

Antes que os europeus chegassem à América, marinheiros portugueses tiraram os primeiros africanos de suas terras de origem para serem vendidos e explorados na península ibérica.

 

Uma prova documentária indica uma data: 1444. Em 1510, 18 anos depois da primeira viagem de Colombo, o monarca Fernando de Castela autorizou a transferência de partidas de africanos para a Espanhola, a fim de perderem a vida nas jazidas minerais da ilha, tal como os aborígines. Cuba, em 1886, e o Brasil, em 1888, foram os últimos a banirem a escravidão nesta parte do mundo.

Declarações exclusivas ao Granma Internacional desta atleta, depois de que fosse selecionada pelo Comité Paraolímpico Internacional como protagonista do momento mais destacado da década.

Omara não esquece nenhuma das pessoas que a ajudaram nos seus sucessos.

Photo: Calixto Llanes

 

«Para mim foi um orgulho vencer a final, com 499 votos, após superar outros grandes atletas, na sondagem do Comité Paraolímpico Internacional para seleccionar o momento mais destacado da década».

A multimedalhista corredora Omara Durand considerou que «este é um sinal do reconhecimento mundial ao movimento paraolímpico cubano. São muitas as pessoas que, durante os 21 anos que levo praticando este desporto, contribuíram com seus melhores esforços em função dos meus resultados».

Com o objetivo de ampliar o apoio ao enfrentamento à COVID-19 na Venezuela, chegaram à nação bolivariana 93 integrantes do Contingente Henry Reeve.

Formados em seis brigadas, cuja composição inclui peritos clínicos, pneumologistas, cardiologistas, anestesiologistas, epidemiologistas e enfermeiros intensivistas, que vão trabalhar durante três meses em zonas vermelhas dos centros de Diagnóstico Integral, que atendem a casos positivos ao SARS-COV-2, nas demarcações de Zulia, Lara, Distrito Capital, Carabobo, Anzoátegui e Bolívar, informou o doutor Reinol Delfín García, chefe da Missão Médica permanente.