Homenagem a José Martí do general-de-exército, Raúl Castro, e do presidente, Miguel Díaz-Canel

 

Os membros do Comité Central do Partido, Lázaro Expósito Canto e Beatriz Johnson Urrutia, presidente e vice-presidenta do Conselho de Defesa da Província, lideraram a homenagem. 

 

SANTIAGO DE CUBA.— O primeiro secretário do Comité Central do Partido Comunista de Cuba, general-de-exército Raúl Castro Ruz, e o presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, prestaram homenagem a José Martí no 168º aniversário de seu nascimento, ao lhe dedicar oferendas de flores, que foram depositadas no mausoléu que guarda os restos mortais do Herói Nacional, no cemitério de Santa Ifigênia, nesta cidade.

 

A homenagem também incluiu coroas de flores enviadas por Esteban Lazo Hernández, presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular e do Conselho de Estado, bem como do povo de Cuba, também colocadas num lugar tão sagrado do país, em uma cerimónia militar a cargo da Guarda de Honra a Martí, enquanto jovens trabalhadores e estudantes desdobravam as fitas de credenciamento.

Com os primeiros raios de sol, os membros do Comité Central do Partido, Lázaro Expósito Canto e Beatriz Johnson Urrutia, presidente e vice-presidenta do Conselho Provincial de Defesa, lideraram a homenagem, na qual, após a evocação da ideologia de Marti através da dança e a poesia, obedecendo às medidas de biossegurança impostas pela Covid-19, os presentes colocaram rosas brancas ao pé do túmulo coberto pela bandeira cubana.

 

Apenas às 12 horas, 21 tiros de artilharia foram disparados da necrópole patrimonial, simultaneamente aos que ocorreram na Fortaleza Cabaña, em Havana. 

 

A ocasião foi propícia para estender a homenagem ao mais fiel discípulo de José Martí, o Comandante-em-chefe Fidel Castro, bem como ao iniciador das lutas pela independência, o Pai da Nação Carlos Manuel de Céspedes, e à mulher que, segundo o Apóstolo, mais o impressionou em vida, a Mãe da Nação Mariana Grajales, em cujos monumentos funerários foram colocadas flores.

 

 

JOSÉ MARTÍ RESSOA NO TOPO DA PÁTRIA

Cuba voltou a colocar José Martí no lugar de honra que lhe corresponde na história mais sagrada do país, quando às 12h00 do dia 28 de Janeiro foram disparados 21 tiros de artilharia da Fortaleza de San Carlos de la Cabaña, em Havana, em comemoração ao 168º aniversário do nascimento do Apóstolo.

 

Os combatentes de uma unidade de artilharia da Grande Unidade de Tanques da Glória Combativa Rescate de Sanguily, Ordem Antonio Maceo, e da Escola Interarmas das Forças Armadas Revolucionárias, general Antonio Maceo, Ordem Antonio Maceo, tiveram a missão de executar a cerimónia solene, que é realizada todos os anos para homenagear a vida do mais universal de todos os cubanos.

O major Rassiel Camejo Hernández, que há mais de 12 anos participa da celebração desta homenagem, destacou o significado histórico de fazer esta saudação da artilharia à memória e o legado de José Martí, em momentos como este, quando o país está mergulhado na batalha contra a pandemia.

«A doutrina e o pensamento do nosso Herói Nacional guiou os 62 anos da Revolução e continuará guiando o povo e os principais dirigentes da nação», disse o major Camejo Hernández.

 

No Memorial José Martí da capital, localizado na base do monumento na Praça da Revolução, houve também para o Apóstolo uma reverência em flores, em representação dos pioneiros e jovens comunistas; um acto presidido por Olga Lidia Tapia Iglesias, membro do secretariado do Comité Central do Partido; Ena Elsa Velázquez, ministra da Educação, e Diosvany Acosta Abrahante, primeiro secretário do Comité Nacional da UJC.

Foto: Eduardo Palomares

Autor: Eduardo Palomares Calderón | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Autor: Liz Conde Sánchez | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.