Esta é a 191ª medida que o governo dos EUA impõe ao povo cubano o objetivo de causar desânimo e desespero, de maneira que isso leve a responsabilizar as autoridades revolucionárias pelos efeitos causados por suas medidas unilaterais

Autor: Redação Digital | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Fevereiro, 2020

Foto: Reuters

 

Outra reviravolta na sua política cruel, injusta e sem piedade com Cuba acaba de ser dada pela administração de Donald Trump: a Western Union suspendeu na quarta-feira as transferências financeiras para a Ilha, exceto as emitidas pelos Estados Unidos.

Prensa Latina destacou os anúncios feitos anteriormente pela entidade norte-americana, nos quais foi relatado que, devido às leis injustas do bloqueio, poderia perder a sua capacidade de operar com remessas para a Ilha maior das Antilhas de outros países do mundo.

Esta é a 191ª medida que o governo dos EUA impõe ao povo cubano o objectivo de causar desânimo e desespero, de maneira que isso resulte em responsabilizar as autoridades revolucionárias pelos efeitos causados pelas suas medidas unilaterais.

Lembre-se de que no ano passado, em Outubro, as remessas já tinham sido limitadas a mil dólares por trimestre e por pessoa, e que anualmente a aplicação do bloqueio causa prejuízos a Cuba da ordem dos US$4 bilhões.

A decisão actual tem um impacto directo nas famílias cubanas, o que evidencia a posição mentirosa do presidente Trump, que no discurso anual sobre o Estado da União disse que as medidas tomadas por seu governo são para «ajudar» o povo cubano.

Grande o conceito de Trump, que inclui uma feroz perseguição financeira que continuou a fortalecer nas jurisdições de vários países de abril de 2018 a Março de 2019, registando limitações impostas ao sistema bancário cubano por 140 bancos estrangeiros.

A isto se acrescenta que o Centro de Controle de Activos Cubanos e outras agências norte-americanas multaram várias empresas de terceiros países, dificultando cada vez mais as transações não apenas para o Estado cubano, mas também para cidadãos que supostamente querem ajudar.