A Venezuela, no meio à sua resistência estoica ao ataque imperial contra o seu povo, acolhe o Encontro Mundial contra o Imperialismo: pela vida, soberania e paz, uma plataforma para definir estratégias para o desenvolvimento e o futuro da humanidade

Autor: Jorge Pérez Cruz, especial para o Granma | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Janeiro 2020

Foto: Resumen Latinoamericano

 

Na Venezuela, a união civil-militar do seu povo destruiu todos os planos do império.

 

A Venezuela, no meio da sua resistência estoica ao ataque imperial contra seu povo, abriga o Encontro Mundial contra o Imperialismo: pela vida, soberania e paz, uma plataforma para definir estratégias para o desenvolvimento e o futuro da humanidade.

E no dia da abertura, terça-feira, 21 de janeiro, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel, na sua conta no Twitter, enviou uma mensagem a expressar a solidariedade firme e imutável a essa nação, ao seu povo, ao seu governo e à sua união civil militar: «A Venezuela pode contar com Cuba», disse o presidente naquela rede social, compartilhando as ideias expressas na 20ª Sessão da Comissão Intergovernamental Cuba-Venezuela, que ocorreu em Caracas nos dias 18 e 19 deste mês.

No dia de abertura do encontro mundial que culminará no dia 24 e que, segundo o presidente venezuelano Nicolás Maduro Moros, «reúne movimentos políticos, lideranças e movimentos sociais do Fórum de São Paulo ampliados, para fazer a agenda do ano 2020», no hotel Alba Caracas; o membro do secretariado do Comité Central do Partido Comunista de Cuba, Víctor Gaute López, disse: «Cuba e Venezuela não são responsáveis pela ira dos povos que se revoltam contra o neoliberalismo reciclado que nos pretendem impor ao sangue e ao fogo». E instou os partidos políticos progressistas e de esquerda, organizações sociais e movimentos, a alcançar e fortalecer a unidade na diversidade, fortalecendo as nossas coincidências sobre diferenças culturais, regionais, étnicas e religiosas.

«Na Venezuela, é comprovada a capacidade da América Latina, do Caribe e do mundo de unir esforços em defesa da paz. Lutar pela Venezuela é lutar pela integração da região, pelo respeito à soberania e independência de Nossa América», afirmou o chefe do Departamento Ideológico da organização partidária cubana.

Este evento de Caracas é uma oportunidade especial para planear as estratégias de unidade, luta, resistência e ofensiva contra o ataque imperial e suas declaradas intenções de recolonização, para continuar a alimentar a ganância dos bilionários que têm mais dinheiro que 60% da população mundial.