O presidente dos Conselhos de Estado e Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, ao dirigir-se a uma representação dos médicos que retornaram a Cuba, disse: «O retorno à Pátria não é o fim, é um começo. Chegam num momento importante para Cuba, quando estamos prestes a aprovar a nova Constituição, que será submetida a um referendo a 24 de Fevereiro».

Autor: Yessica Arteaga Ibal | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Dezembro 21, 2018

 

Photo: Estudio Revolución

 

Uma frase de Fidel presidiu, na quinta-feira, 20 de Dezembro, o acto central pelo fim da participação da Brigada Médica Cubana no programa Mas Médicos para o Brasil: «Ninguém pode sabotar a cooperação de Cuba com outros países do Terceiro Mundo». Factos e não palavras. Acção rápida e não esperar pelas calendas gregas quando há seres humanos de países pobres que estão a morrer todos os dias, a todas as horas».

É precisamente à essência humanista do Comandante em Chefe que o presidente dos Conselhos de Estado e Ministros, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, fez alusão ao dirigir-se a uma representação dos médicos que retornaram a Cuba, depois de cumprir honrosamente sua missão.

A estes disse: «O retorno à pátria não é o fim, é um começo. Chegam num momento importante para Cuba, quando estamos prestes a aprovar a nova Constituição, que será submetida a um referendo a 24 de Fevereiro».

«Vocês, que estarão de novo nos vossos locais de trabalho ou partirão para cumprir outra missão, fazem parte daquele povo que nos dá evidências de heroísmo. Em nome do Partido e do Governo, gostaria de reiterar que estamos profundamente orgulhosos de cada um de vós, tal como estamos do resto dos colaboradores da Saúde que cumprem missões noutros 66 países... Vocês são um símbolo do país que vos formou e deram provas do tipo de homens e mulheres que aspiramos na sociedade cubana, baseados na justiça e no humanismo, não na lei dos mais fortes».

A cerimónia foi realizada na Unidade Central de Cooperação Médica, onde marcou presença José Ramón Machado Ventura, Segundo Secretário do Comité Central do Partido Comunista de Cuba, os membros do Secretariado Político Roberto Morales Ojeda, Vice-Presidente dos Conselhos de Estado e Ministros; e Bruno Rodríguez Parrilla, Ministro das Relações Exteriores; bem como José Ángel Portal Miranda, Ministro da Saúde Pública.

A colaboradora Indira García Arredondo, que retornou à Ilha depois de trabalhar no estado de São Paulo, disse em nome dos seus colegas: «É bem conhecida a campanha feroz que todos nós experimentámos, o convite permanente a dobrar-nos, a cenoura prometida por falsos profetas da liberdade e da democracia mil vezes humilhadas por eles mesmos. Mas estavam errados... O nosso trabalho culminou em resultados que até os próprios inimigos não conseguiram esconder, transformámos indicadores de saúde e melhorámos a qualidade de vida de milhões de brasileiros».

A cerimónia reconheceu as organizações que garantiram a participação de Cuba no programa Mas Médicos no Brasil e o retorno dos médicos cubanos ao país em apenas 20 dias: os Ministérios das Relações Exteriores, do Comércio Exterior e o Investimento Estrangeiro, dos Transportes, Saúde Pública, o Banco Central de Cuba, o Gabinete Geral da Alfândega da República e os meios de comunicação social.