O povo de Caracas será mobilizado para celebrar o primeiro ano da vitória eleitoral de 20 de Maio de 2018, quando Nicolás Maduro venceu as eleições presidenciais com mais de seis milhões de votos.

A manifestação terá início às 9:00 horas na Praça Morelos e dirige-se para o Palácio Legislativo, onde a Assembleia Constituinte realizará uma sessão, depois dirige-se ao Palácio Presidencial Miraflores.

Com 68% dos votos, Nicolás Maduro foi eleito, através de voto universal directo e secreto, pelos venezuelanos em 20 de maio de 2018 como Presidente da República Bolivariana da Venezuela para o período 2019-2025.

Maduro obteve 6,2 milhões de votos (68%) contra 1,9 milhão (21,2%) de Henri Falcón da oposição.

As eleições presidenciais de 2018 foram boicotadas por vários partidos de oposição e ainda assim foi alcançada a participação de 46% dos eleitores para um total de mais de 9 milhões de votos válidos.

Com um trabalho fecundo registado durante os 30 anos de criada, a Banda de Aço de El Cobre conta já com credenciais na preferência musical dos cubanos.

Autor: Eduardo Palomares Calderón Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Com um trabalho fecundo registado durante os seus 30 anos, a Banda de Aço de El Cobre conta já com credenciais na preferência musical dos cubanos, particularmente entre destacados intérpretes do país, que reconhecem a singularidade desse timbre marimbado que com afinação alta extraem os sons aos seus instrumentos formados por tambores metálicos.

Muitos foram os destaques da banda, incluindo aquele em que interpretaram o Ave Maria de Schubert para o Papa Bento XVI durante sua visita ao Santuário da Virgem da Caridade; outro, o mini concerto oferecido pelo grupo profissional e a sua versão de crianças amadoras ao presidente Miguel Díaz-Canel, durante a sua visita ao território. Destacam-se também as inúmeras apresentações em festivais, carnavais e outras festas populares que tradicionalmente reivindicam e animam a sua presença.

O Comité Olímpico Internacional (COI) vai dando os seus passos ao ritmo da economia mundial, pulsando as suas recessões e desacelerações no crescimento, elementos que repercutem nas cidades sedes dos Jogos Olímpicos.

Autor:Alfonso Nacianceno-Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

O Comité Olímpico Internacional (COI) dá passos ao ritmo da economia mundial, pulsando as suas recessões e desacelerações no crescimento, elementos que repercutem nas cidades sedes dos Jogos Olímpicos.

O organismo desportivo internacional insiste – por razões de economia nas finanças – em manter na casa de 10 mil os atletas participantes, propósito que, nas três últimas olimpíadas, quase foi cumprido. Mas, como nada é exacto na vida, em Londres 2012, no mencionado evento reuniram-se 10.568 desportistas.

O general-de-exército, Raúl Castro Ruz, primeiro secretário do Partido Comunista de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, e o segundo secretário do Partido, José Ramón Machado Ventura, presidiram o encerramento do grande evento dos trabalhadores em Cuba.

Autor: Nuria Barbosa León-Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Autor:Yudy Castro Morales-Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Photo:Archivo

 

«A inércia, a justificação e o derrotismo sempre serão prejudiciais, mas especialmente agora que é preciso aumentar a poupança, a necessidade da substituição de importações, o desenvolvimento das exportações e combater o roubo e as acções ilegais, bem como ordenar o ambiente monetário, os salários e as gratuidades», afirmou o segundo secretário do Comité Central do Partido Comunista de Cuba, José Ramón Machado Ventura, no encerramento do 21º Congresso da Central dos Trabalhadores de Cuba (CTC).

Michael Moore retorna com o que é possivelmente o seu filme mais incisivo

Autor: Rolando Pérez Betancourt-Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Póster da fita Fahrenheit 11/9, de Michael Moore. Foto: Granma

 

Michael Moore retorna com o que é possivelmente o seu filme mais incisivo, após ter filmado Fahrenheit 9/11, uma alegação anti-George W. Bush em 2004.

A nova edição vira o título do clássico anterior e transforma-o em Fahrenheit 11/9, data da vitória eleitoral de Donald Trump, um evento que surpreendeu muitos e faz com que o cineasta se pergunte como acabou sendo possível! E, como explicar que, um político mentiroso, megalomaníaco e racista acabou galgando o poder, anuncie as intenções de reeleição e, até mesmo – entre piadas e ironias reunidas no filme, deixe antever a possibilidade de se estabelecer na Casa Branca por 16 anos.