Uma feira de resistência cultural

No dia 6 do corrente mês foi inaugurada, pelo Presidente Diaz Canel, a 29ª Feira Internacional do Livro de Havana que este ano tem o Vietname como País convidado de honra.

A feira estará até ao dia 16 em Havana e continuará, depois, por diversas cidades do País e terminará no dia 12 de Abril em Santiago de Cuba.

O Presidente do Instituto Cubano do Livro afirmou que, apesar das difíceis condições de Cuba em virtude do agravamento do bloqueio genocida do imperialismo norte americano, concretizou-se esta importante iniciativa cultural que tem o Vietname como convidado de honra.

O presidente verificou programas relacionados ao sector de energia, transportes e investimentos na Indústria e Comércio

Autor: Granma | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Janeiro, 2020

Foto: Estudio Revolución

 

Em percursos como o de Matanzas, o presidente confirmou o desenvolvimento de projectos no sector da energia. 

 

Numa época em que o imperialismo tenta, por todos os meios, impedir a chegada a Cuba de combustíveis e outros produtos petrolíferos, como o gás, o presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, reviu o programa de energia na segunda-feira, 13 de Janeiro, particularmente o desenvolvimento de petróleo no país e suas perspectivas para este ano.

Usar mais fontes de energia renováveis, especialmente a energia fotovoltaica, com a utilização dos telhados dos edifícios que permitam isso, pediu o presidente, segundo o site da Presidência.

A Venezuela, no meio à sua resistência estoica ao ataque imperial contra o seu povo, acolhe o Encontro Mundial contra o Imperialismo: pela vida, soberania e paz, uma plataforma para definir estratégias para o desenvolvimento e o futuro da humanidade

Autor: Jorge Pérez Cruz, especial para o Granma | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Janeiro 2020

Foto: Resumen Latinoamericano

 

Na Venezuela, a união civil-militar do seu povo destruiu todos os planos do império.

 

A Venezuela, no meio da sua resistência estoica ao ataque imperial contra seu povo, abriga o Encontro Mundial contra o Imperialismo: pela vida, soberania e paz, uma plataforma para definir estratégias para o desenvolvimento e o futuro da humanidade.

E no dia da abertura, terça-feira, 21 de janeiro, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel, na sua conta no Twitter, enviou uma mensagem a expressar a solidariedade firme e imutável a essa nação, ao seu povo, ao seu governo e à sua união civil militar: «A Venezuela pode contar com Cuba», disse o presidente naquela rede social, compartilhando as ideias expressas na 20ª Sessão da Comissão Intergovernamental Cuba-Venezuela, que ocorreu em Caracas nos dias 18 e 19 deste mês.

O presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, descreveu as relações entre Cuba e Venezuela como indestrutíveis, porque «elas têm raízes morais profundas e baseiam-se no humanismo, solidariedade, valores, princípios e complementaridade entre os dois. povos e governos »

Autor: Jorge Pérez Cruz, especial para o Granma | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Janeiro 2020

Foto: del autor

 

O presidente Maduro conversou com o vice-primeiro-ministro Ricardo Cabrisas sobre o excelente estado de fraternidade entre a República de Cuba e a República Bolivariana da Venezuela

CARACAS - O presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, descreveu as relações entre Cuba e Venezuela como indestrutíveis, porque «elas têm raízes morais profundas e baseiam-se no humanismo, solidariedade, valores, princípios e complementaridade. entre os dois povos e governos», e recordou os laços históricos dessa irmandade e a paixão bolivariana pela liberdade de Cuba e Porto Rico. «Simón Bolívar sempre teve Cuba presente nos seus projetos de independência», disse. E chamou José Martí de «o maior bolivariano da América no século XIX».

Pompeo volta a invocar o TIAR na sua visita à Colômbia, onde se encontrou com o presidente daquele país, Iván Duque, e o deputado impostor venezuelano Juan Guaidó, que violando as leis venezuelanas deixou o seu país.

Autor: Elson Concepción Pérez | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Janeiro, 2020

Foto: RT

 

Um tapete no chão e uma recepção com uma banda de música teve o impostor Juan Guaidó quando chegou à Colômbia, onde viajou violando as leis venezuelanas que o proibiram de deixar o país. Como se isso não bastasse, o presidente colombiano Iván Duque disse-lhe: «a sua presença honra-nos. Você sempre terá um país amigo na Colômbia».

Mais tarde, ele juntou-se ao selecto grupo que, juntamente com o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, chegou àquela nação para delirar contra a Venezuela bolivariana. E de Miami, um grupo de contrarrevolucionários venezuelanos pediu expressamente a Guaidó que «pedisse a Mike Pompeo uma intervenção militar dos EUA na República Bolivariana da Venezuela».