Celebra-se hoje o 57º aniversário da vitória do povo cubano aquando da invasão da Baía dos Porcos (praia de Girón), perpetrada por exilados cubanos, treinados , equipados e financiados, pelo governo dos Estados Unidos, que tentaram sem sucesso derrubar o governo de Fidel Castro.

Foi no dia 17 de abril de 1961, que cerca de mil e 500 homens desembarcaram na costa sul de Cu...ba dispostos a depor Fidel Castro, o qual tinha subido ao poder dois anos antes.

Com um um espírito de resistência extraordinário, os combatentes cubanos avançaram, sob as bombas, em direção à Playa Girón e os pilotos com os seus frágeis aviões, desferiram golpes decisivos os navios invasores e não só.

A coragem de um povo na defesa da sua revolução conseguiu erguer um muro intransponível diante do invasor que foi derrotado em 72 horas.

Fidel Castro comparou o ataque a Pearl Harbor. “A diferença é que desta vez o ataque foi duas vezes mais traiçoeiro e mil vezes mais covarde” e “O que os imperialistas não nos conseguem perdoar é que fizemos uma revolução socialista debaixo do nariz dos EUA e defenderemos com os nossos fuzis essa revolução socialista” afirmou.

A Associação de Amizade Portugal Cuba recorda este dia histórico.

Viva Cuba!

Viva a Revolução Cubana!

 

 

 

A Associação de Amizade Portugal Cuba apela a todos os seus sócios e amigos a participarem neste acto público.

Pela Paz!
Fim à agressão à Síria!
Acto Público.
19 de Abril de 2018 – 18h00
Largo Camões – Lisboa
(Metro Chiado)

Condenando o ataque dos EUA, do Reino Unido e da França contra a República Árabe Síria, na madrugada de 14 de Abril, e que contou com o expresso apoio da NATO, da União Europeia e de Israel, um conjunto de organizações promove um acto público pela paz e pelo fim da agressão à Síria, no próximo dia 19 de Abril, Quinta-feira, no Largo Camões, em Lisboa.

Esta agressão a um Estado soberano, em completo desrespeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional, e sob o pretexto de uma alegada utilização de armas químicas, até ao momento não comprovada, foi desencadeada quando a Síria e o seu povo têm obtido diversas vitórias face aos grupos terroristas – apoiados pelos EUA e diversos países seus aliados – e quando foram alcançados, pelo diálogo e esforços de vários países, importantes avanços no caminho da paz.

Significativamente, este ataque ocorreu horas antes de uma equipa de peritos internacionais terem, a convite do Governo sírio, iniciado o seu trabalho de investigação relativamente à alegada utilização de armas químicas, em Douma, a 7 de Abril.

O Governo português ao afirmar “compreender as razões” e a “oportunidade desta intervenção militar” associa-se a um acto de agressão, a uma clara violação do direito internacional.

No cumprimento dos seus princípios constitucionais e do direito internacional, Portugal deve condenar e exigir o fim da ingerência e agressão contra a Síria e contribuir para o encontrar de uma solução negociada e para a paz.

Quem efectivamente se preocupa com os direitos e bem-estar do povo sírio só pode exigir o fim de uma guerra de agressão que está na causa de milhares de mortos, de imenso sofrimento, de uma profunda destruição, de milhões de deslocados e refugiados, da dramática degradação das condições de vida dos trabalhadores e do povo sírio.

É premente a exigência do fim da guerra de agressão que desde há sete anos é imposta à Síria.

É premente a expressão da solidariedade para com resistência da Síria e do seu povo face à agressão externa.

A paz só será alcançada com o pleno respeito da soberania, independência e integridade territorial da Síria, dos direitos do povo sírio, incluindo o direito à paz.

 

Caros companheiros,

A Associação de Amizade Portugal Cuba, agradece o convite que lhe foi dirigido para estar presente nesta significativa acção de solidariedade com a Republica Bolivariana da Venezuela e saúda fraternalmente o Senhor Ministro do Poder Popular para as Relações Externas Jorge Arreaza.

Todos temos acompanhado a agressividade desmesurada com que o Imperialismo Norte Americano, com a cobertura seguidista dos seus acólitos amestrados, tem pautado a sua postura com Estados Livres que lutam para travar o assalto à sua soberania.

É deprimente assistirmos a cada minuto na comunicação social, ao fabrico de pretextos para justificar a sua intervenção brutal, cometendo a barbárie como acontece na Síria ou mantendo sobre ameaça constante todos os Povos que se opõem aos seus desígnios de rapina.

O cerco imperialista aperta-se, agravando-se o bloqueio financeiro e económico à Venezuela, impedindo-a de aceder a milhares de milhões de dólares que tem em depósitos e créditos no exterior, visando a asfixia do país. As ameaças crescem de tom e assumem a possibilidade de uma intervenção militar, tal como tem afirmado o próprio Trump.

Rejeitamos o brutal bloqueio económico e financeiro a que está sujeita a Venezuela, imposto pela Administração Obama e agravado pela Administração Trump.

Expressamos a nossa total solidariedade com a coragem e resistência do Povo Venezuelano que, não obstante as dificuldades com que se confronta, segue firme na defesa da sua Revolução.

VIVA A REVOLUÇÃO BOLIVARIANA!

VIVA A VENEZUELA!

O POVO VENCERÁ!

Sessão promovida pelo CPPC em 10.04.2018

11 de Abril,18:00h

Junto à Embaixada do Brasil

(Estrada das Laranjeiras 144 – Metro Sete Rios)

A Associação de amizade Portugal Cuba, como Organização promotora, exorta todos os seus associados, amigos e a todos os democratas a participarem nesta acção de protesto contra o golpe institucional no Brasil em 2016, do qual resultou a destituição da Presidente Dilma Rousseff e a perseguição e prisão do ex Presidente Lula da Silva.

Solidários com o povo brasileiro na sua luta pela salvaguarda da democracia no Brasil e nos direitos conquistados.

Participa!!!

Solidariedade com Lula da Silva e o povo brasileiro

Contra o golpe – pela democracia!

A Associação de Amizade Portugal Cuba é signatária desta posição de protesto.

A negação do habeas corpus e a ordem de prisão contra Lula da Silva constituem mais um passo no desenrolar do golpe de Estado institucional no Brasil, iniciado com o afastamento, ilegítimo e escandaloso, da Presidente Dilma Rousseff, em 2016.

Uma acção que mais não visa do que impedir a candidatura de Lula da Silva às eleições presidenciais em Outubro e assegurar a continuidade de um Governo ao serviço de uma minoria opulenta e economicamente poderosa, perpetuando a desastrosa política que está a reverter e destruir tudo o que de mais positivo foi alcançado pelo povo brasileiro, nomeadamente em matéria de direitos sociais e melhoria das condições vida dos brasileiros, durante os mandatos presidenciais de Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Urge assim dar expressão à mais ampla denúncia deste vergonhoso e gravíssimo processo antidemocrático, desmascarando igualmente a campanha de desinformação e manipulação mediática que lhe dá cobertura.

Deste modo, os abaixo-assinados,

- repudiam e condenam com veemência o golpe institucional, as medidas arbitrárias e as acções de violência contra responsáveis e activistas políticos e sociais brasileiros e
manifestações em defesa da democracia e pelo respeito dos direitos de Lula da Silva;

- expressam a mais viva solidariedade ao povo irmão brasileiro e à sua luta para salvaguardar os direitos e garantias democráticas no Brasil e resistir a um poder crescentemente repressivo e autoritário.

Lisboa, 6 de Abril de 2018

Os signatários,