No passado dia 12, realizou-se no Instituto Cubano de Amizade com os Povos um acto evocativo da prisão dos cinco cubanos antiterroristas detidos nos EUA há 20 anos.

A efeméride foi marcada pela evocação da solidariedade internacional prestada por ”mais de duas mil organizações em 154 países, durante 15 anos, como voz imprescindível do grito de libertação mundial”.

 

Em recente entrevista ao canal Tele SURTV, que reproduziremos muito brevemente na íntegra, Dìaz-Canel garantiu que”Cuba nunca renunciará à Revolução e não aceitará imposições dos E.U.A.”.

Referindo-se ao Bloqueio, Díaz-Canel disse que “o que maiores dificuldades causa aos cubanos é o Bloqueio imposto pelos Estados Unidos há mais de 60 anos”.

Afirmou que este é o maior obstáculo ao desenvolvimento do país.

 

Companheiros,

Não resistimos à publicação de um texto, quase comovente, de uma companheira que visitou Cuba e nos transmitiu a sua experiência vivida na Ilha.

O relato sincero e honesto do que presenciou e viveu justificam a nossa decisão em publicar tão importante texto que serve também de estímulo ao nosso trabalho.

Obrigado companheira!

 

As nossas saudações fraternas.

Cuba Vencerá!

O imperialismo mantem na ordem do dia a ofensiva contra a Revolução Bolivariana e o seu Povo.

Não satisfeitos com o vergonhoso embargo económico e financeiro, com os actos desestabilizadores que têm promovido contra o país (terrorismo politico, tentativas de golpes de Estado, magnicídio contra o Presidente da República), utilizam a comunicação social dominante como arma de arremesso para confundir a opinião pública e assim criarem o caos no país.

Sujeitos mascarados, armados com morteiros e bazucas caseiras bloqueiam as avenidas, fecham as principais ruas, atacam instituições públicas, queimam pneus, ateiam fogo, saqueiam e matam.

Autor: Raúl Antonio Capote | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Julho 12, 2018 18:07:54

 

Os jovens da Nicarágua foram vítimas de manipulação política e dos média. Foto: www.elpreg.com

 

Até o momento, aproximadamente 170 pessoas morreram na Nicarágua, vítimas do caos e da violência. Uma forte campanha na comunicação social acompanha os eventos e, mais do que acompanhá-los, dinamiza-os, multiplica-os, falsifica-os sem pudor.