Por José Goulão

Quinta, 26 de Março de 2020

 

As pandemias têm as suas oportunidades de negócio. As entidades que montaram o Event 201 com um coronavírus inventado são as mesmas que se preparam para extrair avultados dividendos com o verdadeiro coronavírus.

 

CréditosJeff Pachoud / AFP via Getty Images

 

No dia 18 de Outubro de 2019, dezena e meia de tecnocratas de luxo ao serviço das mais altas esferas do regime neoliberal globalista reuniram-se num hotel de Nova York para realizar «um exercício pandémico de alto nível» designado Event 201; consistiu na «simulação de um surto de um novo coronavírus» de âmbito mundial no qual, «à medida que os casos e mortes se avolumam, as consequências tornam-se cada vez mais graves» devido «ao crescimento exponencial semana a semana». Ninguém ouvira falar ainda de qualquer caso de infecção: estávamos a 20 dias de o jornal britânico Guardian noticiar o aparecimento na China de uma nova doença respiratória provocada – soube-se só algumas semanas depois – por um novo coronavírus. Os dons proféticos dos expoentes do neoliberalismo são, sem dúvida, admiráveis.

Como se já não bastassem as acções de terror que espalham onde quer que pisem invadindo países soberanos com o objectivo de pilharem as suas riquezas naturais ou de forma insidiosa e covarde, financiando grupos terroristas para a seu mando causarem a destruição e a morte indiscriminada das populações, o sr.Trump e os seus pares imperiais não cessam a sua agressividade com o objectivo de causar o caos a nível global.

Num momento em que o mundo se debate com um vírus que já provocou milhares de mortes, incluindo nos EUA, vem acusar Nicolas Maduro e altas individualidades do Estado Bolivariano de narcoterrorismo. Esta infundada e grosseira acusação estava articulada com acções terroristas e a tentativa de magnicídio que visava um golpe de estado em Março que foi  neutralizado pelo Governo da Venezuela.

No momento em que a solidariedade é fundamental para derrotar o Covi19, em que nações ajudam como podem, como demonstram a China, Rússia e Cuba, ao apoiar Itália.

O Sr. Trump, presidente da nação mais poderosa do planeta, não mostra qualquer decoro ou humanismo e a ajuda que no seu entender é justificada, para bem da “democracia” é a manutenção ou reforço das criminosas e injustas sanções que vai decretando a quem não lhe presta vassalagem.

A exigência dos povos agredidos e de todos quantos defendem e lutam pela paz é de que os EUA cessem as políticas provocatórias agressivas e insultuosas e cessem definitivamente as sanções e o bloqueio contra a Venezuela, Cuba, Irão e Síria e sejam parte activa na abolição do caos e na construção de um mundo livre de guerras.

Solidariedade com a Venezuela Bolivariana e o seu Povo!

Solidariedade com Cuba e a sua Revolução!

Solidariedade com os Povos vítimas da agressão imperialista!

A Paz tem de vencer!

Faz hoje 60 anos, 4 de Março de 1960, que duas explosões deflagraram no navio francês La Coubre no porto de Havana que transportava armamento destinado à defesa da nascente Revolução Cubana.

O atentado, o maior do século XX, da autoria da C.i.A.(serviços de inteligência norte-americano) matou 100 pessoas e deixou mais de 400 feridas.

Sessenta anos mais tarde o Povo Cubano não esquece uma das datas mais terríveis de terrorismo de que foi vítima, que foi a primeira de milhares de outras acções terroristas organizadas e financiados pelo imperialismo norte-americano que continua, agora, com o criminoso bloqueio económico e financeiro para asfixiar a Revolução Cubana.

04.03.2020

Miguel Díaz-Canel lidera a segunda visita de trabalho do Conselho de Ministros a Cienfuegos, a qual incluiu no seu primeiro dia o percurso por diferentes objetivos económicos e sociais

Autor: Julio Martínez Molina | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Fevereiro 2020

Foto: Estudio Revolución

 

Para alguém de suas condições humanas era impossível continuar o caminho e não partilhar com essa multidão que o esperava e aclamava ao vê-lo aproximar-se no Prado do município de Cumanayagua.

O presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, ordenou parar a comitiva proveniente da Empresa Pecuaria El Tablón e, então, aquilo foi simplesmente apoteótico.

Admiração e carinho ao presidente cubano, que é continuidade histórica de uma herança revolucionária, podiam ser vistos tanto nos olhares como nas palavras da multidão. Também amor, comunhão e fé na entrega de uma pessoa que faz parte do povo e representa uma forma de governar baseada em trabalhar por e para ele.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente apresentou uma abordagem integrativa que permitirá uma gestão mais eficiente e articulada do financiamento disponível para as suas actividades no período 2021-2025

Autor: Redação Digital | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Fevereiro 2020

Foto: Freddy Pérez Cabrera

 

 

A ciência e a inovação são chamadas a desempenhar um papel fundamental na substituição de importações e na geração de novos produtos com alto valor agregado.

 

No contexto das verificações sistemáticas do Programa de Ciência realizadas pelo presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, as autoridades do Citma apresentaram a proposta de programas nacionais de ciência, tecnologia e inovação para o período 2021-2025.

A iniciativa, de acordo com o jornal Juventud Rebelde, cuja apresentação foi liderada pela chefe da Citma, Dra. Elba Rosa Pérez Montoya, faz parte da implementação das políticas de ciência, tecnologia e inovação (CTI) estabelecidas pelos documentos que emanam dos Congressos do Partido.