O heróico povo cubano conduzido pelo seu Governo Revolucionário e a solidariedade internacionalista resistirão a mais esta infame tentativa de assalto à sua vitoriosa Revolução que comemora no corrente ano o seu 60º aniversário. A política externa dos Estados Unidos da América consubstancia, de forma clara, a moldura do terrorismo estado do mais agressivo que a humanidade já experimentou com resultados dramáticos para os povos.

Os seus aliados, nomeadamente a União Europeia, têm mantido um silêncio cúmplice em relação a esta política imperialista que tem arruinado e desfeito países, conduzindo à morte populações e destruindo culturas milenares.

Especial repúdio merece a criminosa cumplicidade da União Europeia em relação à Venezuela, tanto mais quando se trata de um país cujo modelo constitucional se assemelha ao vigente na generalidade dos países europeus e cujos processos eleitorais foram fiscalizados por observadores independentes.

Com fundamentos na mentira propalada tem contado com o silêncio ou justificações envergonhadas dos seus aliados, nomeadamente os europeus, para as aventuras mais sangrentas e criminosas a que o mundo tem assistido.

Na história mais recente todos nos recordamos do assalto criminoso movido pela NATO nos Balcãs, das aventuras do malfeitor Yankee no Afeganistão, no Iraque, na Líbia, na Síria o apoio incondicional aos sionistas de Israel no massacre e usurpação de território ao martirizado povo palestino, o apoio aos seus aliados Sauditas no massacre do povo do Iémen.

Na América Latina, semeiam o terror e o golpe ao apoiarem ditaduras sangrentas como foi o caso do Chile de Allende, Argentina, Guatemala e dão total cobertura a governos que praticam ou apoiam o assassinato de democratas como é o caso da Colômbia, utilizam estados seus lacaios para a provocação a nações soberanas como hoje acontece com o povo Bolivariano massacrado por actos terroristas abomináveis com total indiferença e insensibilidade humanista.

É a verdadeira face do imperialismo que não olha a meios para atingir os seus objectivos saqueadores.

No caso de Cuba, o Capítulo III da Lei Helms Burton procura sacrificar ainda mais o povo cubano, nomeadamente limitando as remessas de cubanos residentes nos EUA para os seus familiares residentes em Cuba, proibindo os norte-americanos de realizarem viagens turísticas a Cuba, perseguindo investidores e proibindo estes e seus familiares de entrarem em Cuba, numa clara manifestação da extra -territorialidade imperial dos Estados Unidos.

A Associação de Amizade Portugal Cuba repudia veementemente a aplicação de uma Lei aberrante e ilegal à luz do Direito Internacional e exorta todos quanto lutam pela Paz, pelo direito à soberania dos povos, pelo direito a uma vida mais feliz, a denunciarem vivamente toda a hipocrisia patenteada pelos que, dizendo-se democratas dão cobertura a tais politicas verdadeiramente sangrentas.

Cuba, os seus dirigentes revolucionários, o seu povo, e a solidariedade internacional, saberão derrotar os intentos agressivos do endurecimento da política Yankee consubstanciado na Lei Helms Burton.

CUBA VENCERÁ!