Trump tem afirmado que, em relação à “crise” na  Venezuela, todas as opções são de considerar e o seu cão de fila auto-proclamado “presidente” tem repetido a voz do dono.

Mas a única opção que, de facto, consideram são acções terroristas para derrotar o Governo Revolucionário Bolivariano.

É neste contexto que se inserem os diversos actos de sabotagem cibernéticos ao sistema eléctrico nacional, executados desde E.U.A, que prejudicam uma população de mais de 30 milhões de habitantes afectando o fornecimento de água, os transportes, os hospitais, as escolas os serviços públicos e toda a sociedade.

Na guerra híbrida, que está em curso contra a Revolução Bolivariana, o imperialismo recorre a todos os estratagemas com o objectivo de criar o caos social.

Segundo informação do Ministro para as Relações Interiores Justiça e Paz, no dia 21 de Março foi preso o “chefe de gabinete” do auto-proclamado “presidente” tendo a polícia, na presença do Ministério Público, apreendido no seu domicílio armas de guerra, dinheiro em divisas estrangeiras e telemóveis.

O referido preso, membro do partido de extrema direita do auto-proclamado “presidente”, será o responsável pelo enlace de diversos grupos mercenários já identificados e parte deles presos.

No passado dia 23 foi preso um paramilitar colombiano, considerado chefe operacional dos terroristas e que antes já tinha o código azul da Interpol por assassinato e sicariato.

Segundo detalhes fornecidos pelo Ministro, estes grupos paramilitares tinham como objectivo atacar quartéis, hospitais, serviços públicos, o metro de Caracas e o assassinato selectivo de políticos, militares e magistrados do Magistério Publico.

Entretanto, na sequência de investigações, o Vice Ministro da Comunicação, Turismo e Cultura denunciou que 30 mil milhões de dólares pertencentes ao Estado Venezuelano depositados em bancos internacionais, foram roubados, de forma ilegal e arbitrária por imposição de Trump e a conivência de governos satélites.

No dia 25 de Março foi detido Juan Planchart, considerado “tesoureiro” do grupo terrorista que, como consultor de uma empresa de petróleos na Venezuela, com acesso a elementos reservados, estava a planificar o desvio de de 1.000 milhões de dólares pertencentes ao Estado Venezuelano.

O assalto a estes brutais montantes financeiros, concretizados por imposição do imperialismo Norte Americano com a cumplicidade vergonhosa de governos lacaios e com a conivência da União Europeia, visam dificultar a compra de medicamentos, alimentos, materiais para a indústria e agricultura e são estes hipócritas das sociedades “democráticas” que vêm agora falar de “ajuda humanitária”.