Foto de veja.abril.com.br

 

No dia 3 de Maio, um grupo de mercenários, partindo da Colômbia, tentou entrar ilegalmente em território da República Bolivariana da Venezuela para aí desencadear acções de carácter terrorista.

A tentativa de agressão foi gorada pela acção das forças militares venezuelanas, das populações e de grupos de defesa popular, tendo sido detidos vários mercenários, entre os quais dois antigos militares norte-americanos actualmente a prestar serviço a uma empresa de mercenários sediada na Florida (EUA).

Os meios de comunicação controlados pela direita extremista e pelas autoridades do Departamento de Estado dos Estados Unidos tentam exonerar Juan Guaidó, deputado da Assembléia Nacional por desprezo, pela sua participação na rede de actos terroristas, que pretendia materializar o assassinato do presidente, Nicolás Maduro Moros e semear bolsas de violência no país, denunciou o vice-presidente de Comunicação, Cultura e Turismo, Jorge Rodríguez.

"Eles estão a tentar dizer que Guaidó não assinou o contracto, uma série de mentiras que caem sob o peso da realidade e de depoimentos", disse Rodríguez durante declarações nesta sexta-feira no Palácio de Miraflores.

As acções ligadas ao extremismo da oposição foram tomadas pelo proprietário da empresa americana Silvercorp USA, Jordan Goudreau, que assumiu publicamente a responsabilidade pela acção criminosa contra a Venezuela e afirmou que é a sua assinatura que se reflecte no contracto também assinado por Guaidó.

Além disso, o principal conselheiro de Guaidó, Juan Jóse Rendón - mais conhecido como JJ Rendón - confessou ao canal de televisão CNN, na noite de quarta-feira passada, a sua conexão com o plano de incursão na Venezuela em conjunto com a oposição venezuelana extremista.

Joselyn Ariza

A relação bilateral entre a República Bolivariana da Venezuela e a Federação Russa baseia-se no respeito mútuo e na solidariedade, e é cada vez mais fortalecida sob a liderança dos presidentes Nicolás Maduro e Vladimir Putin.

Nesse contexto, um avião carregado de insulina para pacientes com diabetes aterrou no Aeroporto Internacional Maiquetía na sexta-feira, como parte de um acordo assinado em 2019 entre Rússia e Venezuela.

"Estamos a receber a quarta e quinta remessa do contrato assinado entre a empresa socialista para a produção de medicamentos biológicos (Espromed BIO) e a empresa russa Geropharm, que foi assinada no âmbito da Comissão Intergovernamental de Alto Nível (CIAN), no ano passado e que se cumpriu em todas as suas etapas ”, afirmou o vice-ministro da Europa do Poder Popular das Relações Exteriores do Ministério da Justiça, Yván Gil.

O acordo assinado no contexto do Fórum Económico Internacional de São Petersburgo possibilitou a entrada de 500.000 mostradores de insulina no país para completar 800.000 dos mais de 5 milhões de mostradores contratados com este acordo internacional, destacou o Ministro do Poder Popular para a Saúde, Carlos Alvarado.

Discurso proferido pelo presidente da República de Cuba, Miguel Mario Díaz-Canel Bermúdez, na Cimeira Virtual do Movimento dos Países Não-Alinhados «Unidos contra a Covid-19», no formato do Grupo de Contato, no dia 4 de Maio de 2020, «Ano 62º da Revolução»

Autor: Miguel Díaz-Canel Bermúdez | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Maio, 2020

 

Cuba não vai abrir mão da sua vocação solidária, embora o governo dos Estados Unidos, por razões políticas, continue a atacar e obstaculizando a cooperação internacional que o nosso país oferece.

 

Palavras de Diaz Canel no discurso dirigido aos representantes na Cimeira dos países não alinhados.

No início do seu discurso, Diaz Canel, denunciou o ataque terrorista perpetrado contra a embaixada do seu país em Washington no passado dia 30 de Abril.

Salientou a importância da acção dos Não Alinhados na actual fase de combate à pandemia do Covi 19 ao promover a unidade global a solidariedade e a cooperação internacional acentuando a necessidade de se porem de parte as diferenças politicas e serem eliminadas as medidas coercivas e unilaterais contra estados soberanos.

O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodriguez Parrilla, denunciou na quinta-feira, 30 de abril, que a embaixada de Cuba nos Estados Unidos foi alvo de um acto terrorista na madrugada do dia 30 de abril de 2020, quando um sujeito desconhecido disparou com uma espingarda de assalto contra o edifício da missão diplomática da Ilha maior das Antilhas

 

O Governo de Cuba está à espera da investigação correspondente por parte das autoridades estadunidenses acerca da identidade e as motivações do autor desta agressão.

 

Em declarações transmitidas pela Televisão Cubana, o ministro explicou que não houve feridos no pessoal da Missão cubana, o qual se encontra seguro e protegido, mas sim danos materiais resultantes dos impactos de inúmeros disparos.

O ministro informou que Cuba exigiu que a administração Norte Americana proceda a uma rigorosa investigação deste atentado.

O ministro Bruno Rodriguez Parrilla, salientou não é possível dissociar este acontecimento do recrudescimento da política de agressão e hostilidade que o governo dos EUA aplica contra a Ilha maior das Antilhas, nem do endurecimento do bloqueio, com medidas não convencionais, inclusive durante a pandemia da Covid-19.

(dados recolhidos do jornal Granma)